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Grupo suspeito de movimentar R$ 28 milhões com apostas digitais é alvo de operação no Paraná

Duas mulheres e um homem foram presos em Francisco Beltrão por suspeita de lavagem de dinheiro, publicidade enganosa e exploração ilegal de jogos de azar
(Foto: PCPR)
Duas mulheres e um homem foram presos em Francisco Beltrão por suspeita de lavagem de dinheiro, publicidade enganosa e exploração ilegal de jogos de azar

Redação Nosso Dia

23/05/26
às
9:25

- Atualizado há 23 segundos

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Duas mulheres e um homem foram presos nesta quinta-feira durante uma operação contra um esquema criminoso ligado a plataformas digitais de apostas em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Paraná. O grupo é investigado por movimentar mais de R$ 28 milhões por meio de atividades relacionadas à lavagem de dinheiro, exploração ilegal de jogos de azar e publicidade enganosa.

A ação da Polícia Civil do Paraná também cumpriu mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas bancárias e sequestro de imóveis ligados aos suspeitos.

Nos endereços residenciais e comerciais dos investigados, os policiais apreenderam cerca de R$ 8 mil em espécie, celulares e outros materiais considerados importantes para o avanço das investigações e identificação de possíveis novos envolvidos.

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Segundo a polícia, o grupo era formado por uma empresária, a mãe dela e o companheiro. As investigações começaram após informações repassadas pela Polícia Federal sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas.

“As investigações tiveram início após o compartilhamento de informações pela Polícia Federal, indicando movimentações financeiras suspeitas relacionadas aos investigados”, afirmou o delegado Julio Suñé Ferreira.

As apurações apontam indícios de ocultação de patrimônio, transferências bancárias fracionadas, circulação de dinheiro entre familiares e uso de empresa para tentar esconder a origem dos recursos.

De acordo com os investigadores, o grupo também utilizava influenciadores digitais para divulgar plataformas de apostas por meio de grupos de mensagens. Outro ponto identificado foi o uso de “contas demo”, usadas para simular ganhos falsos e atrair novos apostadores.

A polícia suspeita que a estratégia induzia consumidores ao erro e gerava vantagens financeiras aos divulgadores das plataformas.

Os três investigados foram encaminhados ao sistema penitenciário, e a investigação segue em andamento com análise dos materiais apreendidos durante a operação.

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