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Operação da PF no Paraná mira policiais envolvidos em crimes de descaminho e associação criminosa

Por determinação da Justiça Federal de Umuarama, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos estados do Paraná e Ceará, além de um mandado de prisão preventiva
(Foto: Arquivo PF)
Por determinação da Justiça Federal de Umuarama, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos estados do Paraná e Ceará, além de um mandado de prisão preventiva

Redação*

22/05/26
às
9:19

- Atualizado há 14 segundos

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (22), a Operação Pacto Violado, que mira policiais suspeitos de envolvimento em um esquema criminoso de descaminho e associação criminosa no Paraná. A investigação aponta que servidores públicos utilizavam a estrutura do Estado para facilitar o transporte irregular de mercadorias estrangeiras.

Por determinação da Justiça Federal de Umuarama, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos estados do Paraná e Ceará, além de um mandado de prisão preventiva. Dois servidores públicos também foram afastados das funções por decisão judicial.

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Durante a operação, a Polícia Federal sequestrou imóveis ligados aos investigados e bloqueou cerca de R$ 2,3 milhões em recursos financeiros. A ação contou com apoio da Corregedoria da Polícia Civil do Paraná.

As investigações começaram em novembro de 2023, quando um policial civil foi preso em flagrante transportando mercadorias estrangeiras em um veículo oficial. A carga, avaliada em aproximadamente R$ 1,7 milhão, foi apreendida na ocasião.

Com o avanço das apurações, outros dois policiais civis passaram a ser investigados. Segundo a PF, mesmo após a primeira prisão, o grupo continuou atuando no esquema criminoso.

Em março deste ano, uma nova abordagem ocorreu no estado de São Paulo, resultando na apreensão de outra carga de produtos estrangeiros, avaliada em cerca de R$ 1,5 milhão.

De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de descaminho, facilitação de descaminho, associação criminosa e peculato. Somadas, as penas podem ultrapassar 20 anos de prisão.

*Com informações da PF

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