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Empresária e familiares são presos no Paraná por golpe no ‘Jogo do Tigrinho’

Segundo as investigações, os suspeitos seriam uma empresária, a mãe dela e o companheiro, apontados como responsáveis por movimentar mais de R$ 28 milhões por meio do esquema
Jogo do Tigrinho Foto: Reprodução g1
Segundo as investigações, os suspeitos seriam uma empresária, a mãe dela e o companheiro, apontados como responsáveis por movimentar mais de R$ 28 milhões por meio do esquema

Redação Nosso Dia

21/05/26
às
15:38

- Atualizado há 14 segundos

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Uma empresária e familiares dela foram presos no Paraná por golpe no “Jogo do Tigrinho” durante uma operação da Polícia Civil nesta quinta-feira (21), em Francisco Beltrão, no Sudoeste do Estado. O grupo é investigado por envolvimento em um esquema milionário de exploração ilegal de apostas online, lavagem de dinheiro e divulgação enganosa de plataformas conhecidas popularmente como “Jogo do Tigrinho”.

Segundo as investigações, os suspeitos seriam uma empresária, a mãe dela e o companheiro, apontados como responsáveis por movimentar mais de R$ 28 milhões por meio do esquema. Os três tiveram mandados de prisão preventiva cumpridos pela Polícia Civil do Paraná (PCPR).

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Além das prisões, os policiais também cumpriram mandados de busca e apreensão, bloquearam contas bancárias e determinaram o sequestro de imóveis ligados aos investigados. Durante a operação, foram apreendidos aproximadamente R$ 8 mil em dinheiro, celulares e outros materiais que devem ajudar no avanço das investigações.

De acordo com o delegado Julio Suñé Ferreira, o caso começou após informações repassadas pela Polícia Federal sobre movimentações financeiras consideradas suspeitas. As apurações indicaram indícios de ocultação de patrimônio, transferências fracionadas de valores, movimentação financeira entre familiares e uso de empresa para tentar esconder a origem do dinheiro, características típicas de lavagem de dinheiro, conforme a polícia.

Ainda segundo a investigação, o grupo utilizava influenciadores digitais para divulgar plataformas de apostas em grupos de mensagens e redes sociais. A polícia apurou que eram usadas chamadas “contas demo”, que simulavam ganhos altos e irreais para convencer consumidores a apostar nas plataformas. A PCPR também investiga possíveis crimes de associação criminosa, exploração de jogos de azar, crimes contra a economia popular, publicidade enganosa e infrações contra o consumidor.

Após os procedimentos, os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.

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