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Vereadores de Curitiba discutem sobre uso político das igrejas nas eleições presidenciais

Ezequias Barros criticou supostas ações da esquerda contra igrejas, enquanto Dalton Borba falou sobre possível uso político delas por Jair Bolsonaro
Ezequias Barros criticou supostas ações da esquerda contra igrejas, enquanto Dalton Borba falou sobre possível uso político delas por Jair Bolsonaro

20/10/22
às
10:18

- Atualizado há 3 anos

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A sessão da Câmara Municipal de Curitiba teve, durante nesta quarta-feira (19), uma discussão entre vereadores sobre a política nas igrejas. Enquanto o vereador Ezequias Barros (PMB) acusou movimentos da esquerda de supostamente invadirem o Instituto de Ensino Luterano de Santa Catarina (IELUSC), em Joinville, Santa Catarina, o vereador Dalton Borba (PDT) criticou um possível uso político da igreja pela direita, referindo-se ao presidente Jair Bolsonaro.

Vereadores Ezequias Barros e Dalton Borba (Foto: Reprodução)

Barros exibiu em plenário um vídeo de suposta invasão do Instituto de Ensino Luterano de Santa Catarina (IELUSC), na noite desta terça-feira (18), em Joinville, Santa Catarina. Grupo de estudantes gritava palavras de ordem “ocupar e resistir”, “os estudantes não aceitam opressão” e “ele não” em ato que protestava contra o afastamento de uma professora que teria ofendido apoiadores do presidente Jair Bolsonaro.

“Onde isso vai parar? Temos acompanhado muitas situações de intolerância em redes sociais. Maus exemplos têm acontecido com o consentimento do STF”, afirmou o vereador Ezequias Barros, que atribuiu à militância de esquerda esse tipo de conduta.

Para Ezequias Barros (PMB), a animosidade vem tomando conta do país. “É inadmissível. Se a esquerda voltar ao poder me preocupo com os cristãos, evangélicos e católicos”, salientou, afirmando que na hora da suposta invasão um culto era realizado no prédio.

O mesmo assunto foi debatido por Dalton Borba (PDT), que cobrou respeito aos cultos e a toda e qualquer religião. Dirigindo-se a Barros, Borba defendeu que a regra valha para todos. “Não posso deixar de lembrar, ao estimado vereador, que o presidente Bolsonaro entra em cultos religiosos para realizar campanha política tirando, assim, a finalidade de culto”, salientou.

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