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Urutau passa por “transplante” de penas para voltar a voar no Paraná

Resgatado pelo Instituto Água e Terra (IAT), o urutau chegou ao hospital veterinário do parque com uma das asas fraturada e diversas penas quebradas, condição que comprometia sua estabilidade e impedia que ele voasse com segurança
(Foto: Reprodução de vídeo)
Resgatado pelo Instituto Água e Terra (IAT), o urutau chegou ao hospital veterinário do parque com uma das asas fraturada e diversas penas quebradas, condição que comprometia sua estabilidade e impedia que ele voasse com segurança

Redação Nosso Dia

09/07/26
às
10:39

- Atualizado há 17 segundos

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Um urutau, ave conhecida pela impressionante capacidade de se camuflar entre galhos, está passando por um tratamento especial no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. O animal recebeu um implante de penas para recuperar a capacidade de voar após sofrer uma fratura na asa e perder parte da estrutura necessária para o voo. (Assista ao vídeo mais abaixo)

Resgatado pelo Instituto Água e Terra (IAT), o urutau chegou ao hospital veterinário do parque com uma das asas fraturada e diversas penas quebradas, condição que comprometia sua estabilidade e impedia que ele voasse com segurança.

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Para acelerar a recuperação, a equipe veterinária realizou um procedimento conhecido como implante de penas. A técnica consiste na substituição temporária das penas danificadas por penas saudáveis de outro urutau, devolvendo à ave a aerodinâmica necessária para voar e planar durante o período de recuperação.

Apesar do nome, o procedimento não causa dor nas penas, já que elas são formadas por queratina, o mesmo material presente nas unhas e nos cabelos humanos. Ainda assim, a ave é anestesiada para garantir segurança e precisão durante o implante.

Assista ao vídeo:

Segundo a médica-veterinária Lígia Oliva, o objetivo é permitir que o urutau volte a exercitar a musculatura das asas enquanto aguarda o crescimento natural das novas penas.

Com as penas implantadas, a ave consegue se locomover com mais estabilidade, reduzindo o risco de novas quedas e lesões durante a reabilitação. As estruturas permanecem no local até serem substituídas naturalmente durante a muda das penas.

O urutau continua sob os cuidados da equipe do Parque das Aves, que acompanha sua recuperação e avaliará o momento ideal para que ele possa ser devolvido à natureza com segurança.

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