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Ministro da Justiça demite policial penal que matou tesoureiro do PT no Paraná

Na esfera penal, Guaranho é acusado de cometer homicídio duplamente qualificado
Jorge Guaranho (Foto: Redes Sociais)
Na esfera penal, Guaranho é acusado de cometer homicídio duplamente qualificado

Redação*

20/03/24
às
7:03

- Atualizado há 2 anos

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O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, demitiu, nesta terça-feira (19), o policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, acusado de assassinar o guarda municipal e tesoureiro do PT Marcelo Arruda, em julho de 2022, em Foz do Iguaçu (PR).

A pena de demissão do policial se deu no âmbito de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), instaurado à época para apurar a atuação do agente, então servidor da penitenciária federal de Catanduvas, no Paraná.

Guaranho foi demitido pelas seguintes infrações disciplinares: uso de recurso material da repartição em atividade particular; prática de ato de improbidade administrativa; e incontinência pública.

Em sua decisão, o ministro da Justiça e Segurança Pública entendeu que a conduta violenta e ofensiva à vida é incompatível com a moralidade administrativa, além de afrontar gravemente os valores institucionais da atividade policial. Além disso, Guaranho usou sua arma profissional para cometer o crime.

Caso

O policial penal Jorge Guaranho matou a tiros o guarda municipal Marcelo Arruda, em 9 de julho de 2022, em Foz do Iguaçu (PR). Arruda comemorava o aniversário de 50 anos, em uma festa que tinha como tema o Partido dos Trabalhadores. Para o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o crime teve motivação política.

Na esfera penal, Guaranho é acusado de cometer homicídio duplamente qualificado. O processo contra o agente está na pauta do Tribunal do Júri do dia 4 de abril.

*Com informações do Ministério da Justiça

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