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Justiça mantém preso militar da reserva investigado por morte de escrivã da PF no Paraná

Prisão em flagrante foi convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada nesta sexta-feira
Escrivã da PF foi encontrada morta (Foto: Reprodução)
Prisão em flagrante foi convertida em preventiva durante audiência de custódia realizada nesta sexta-feira

Redação Nosso Dia

26/06/26
às
17:12

- Atualizado há 9 segundos

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O militar da reserva do Exército Júlio César Waltemann, preso pela morte da escrivã da Polícia Federal Vanessa Marty, de 44 anos, continuará preso. A decisão foi tomada durante a audiência de custódia realizada na tarde desta sexta-feira (26), em Cascavel.

O juiz da 1ª Vara Criminal homologou a prisão em flagrante e determinou a conversão para prisão preventiva. Conforme a decisão, a medida foi adotada para garantir a ordem pública, já que o investigado é suspeito da prática do crime de feminicídio.

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Com a conversão, o militar permanece preso no batalhão do Exército, enquanto a Polícia Civil dá continuidade às investigações do caso.

Vanessa foi encontrada morta na noite de quarta-feira (24), dentro de um carro estacionado no pátio da residência do casal, na Rua Adoniram Barbosa, no Bairro Brasília. Ela foi atingida por um disparo de arma de fogo na cabeça.

Inicialmente, o caso chegou a ser tratado como possível suicídio. No entanto, após os primeiros levantamentos da Polícia Científica, inconsistências encontradas na cena fizeram com que a Delegacia de Homicídios passasse a investigar o caso como possível feminicídio.

O suspeito foi preso em flagrante ainda na madrugada de quinta-feira (25). Como o crime investigado não permite o pagamento de fiança, ele foi apresentado em audiência de custódia, procedimento em que a Justiça analisa a legalidade da prisão e decide se o investigado responderá ao processo em liberdade ou permanecerá preso.

A Polícia Civil segue com o inquérito para esclarecer as circunstâncias da morte da escrivã da Polícia Federal.

As informações são da Catve.com.

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