Em junho foram liberados antecipadamente para o fluxo de veículos 2,6 quilômetros de terceiras faixas na pista sentido Litoral da rodovia, entre os quilômetros 67,800 e 70,400, em São José dos Pinhais
O segundo semestre começa com um marco importante no processo de ampliação da BR-277, principal ligação entre Curitiba e o Litoral do Paraná. As obras entre a Capital e São José dos Pinhais, iniciadas em dezembro de 2025, ultrapassaram a marca de 50% do cronograma de trabalhos realizados pela concessionária EPR Litoral Pioneiro. A construção de terceiras faixas, ciclovias, vias marginais e acessos mais seguros nos 32 quilômetros do trecho envolve uma complexa estrutura de trabalho, que será concluído no primeiro bimestre de 2027.
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A obra, inclusive, já gerou impactos positivos para os motoristas que circulam pela região. Em junho foram liberados antecipadamente para o fluxo de veículos 2,6 quilômetros de terceiras faixas na pista sentido Litoral da rodovia, entre os quilômetros 67,800 e 70,400, em São José dos Pinhais. Além disso, os usuários observam que 100% da extensão que será ampliada já recebe intervenções da concessionária.
“Esse é nosso compromisso com a sociedade paranaense: entregar as obras de ampliação dentro dos prazos pactuados, com garantia de qualidade dos serviços prestados, com total segurança e principalmente, com amplo e constante diálogo com a sociedade que atendemos”, afirma o diretor Executivo da EPR Litoral Pioneiro, Felipe Neves. Ele destaca ainda que o trabalho na BR-277 avança dentro do cronograma previsto, com ações em todo o trecho que será ampliado nesta etapa de obras. “Este investimento é muito esperado por nossos usuários. Além de promover uma ligação mais segura ao Porto de Paranaguá também irá fomentar mais desenvolvimento de toda a região”, destaca.
Avanço das obras
Para que os usuários possam usufruir das novas faixas, vias marginais, ciclovia, viadutos e passarelas, são realizadas importantes etapas de trabalho. Antes da presença das máquinas na pista, a concessionária se dedicou à realização dos projetos e licenças para o início da atividade. Entre eles, a licença ambiental emitida pelo Instituto Água e Terra (IAT), essencial para garantir que a obra considere e esteja adequada à todas as particularidades do trecho, sejam elas ambientais ou sociais.
Com as equipes mobilizadas, as primeiras ações realizadas são a supressão vegetal, a terraplanagem, implementação das estruturas de drenagem e de contenção.
Em seguida, a estruturação do pavimento é trabalhada em camadas da pista. A rodovia recebe o novo pacote de pavimento, com sub-base, base e pavimentação asfáltica, para então ser finalizada com a aplicação da sinalização e dos demais dispositivos de segurança.
O asfalto em aplicação nas novas faixas da BR-277 também se destaca pelos padrões ambientais. A concessionária utiliza o asfalto-borracha, massa asfáltica que tem em sua composição pneus reciclados. Em toda a obra serão utilizados 30 mil pneus reciclados, gerando um significativo impacto na sustentabilidade.
As estruturas como pontes e viadutos também passam por ampliação e trabalhos específicos. As operações para içamento de vigas em 15 estruturas demandam equipes especializadas para garantir a eficácia e segurança na realização. “É um trabalho complexo que a EPR Litoral Pioneiro tem dedicado total atenção. Nosso objetivo é garantir uma obra eficaz e segura, tendo como resultado final a BR-277 nos melhores padrões rodoviários”, reforça Felipe Neves.
Comunicação
O alinhamento com os usuários e com as comunidades que serão beneficiadas pelo trabalho é prioridade da EPR Litoral Pioneiro. Cada etapa dos serviços tem sido amplamente comunicada para moradores, motoristas, órgãos de trânsito competentes, prefeituras e imprensa. Além disso, considerando que o trecho em obras recebe alto fluxo diariamente, a concessionária programa as intervenções mais intensas em horários de menor movimento, a exemplo dos içamentos de vigas que são realizados em sua maioria no período noturno.
“Essa junção de esforços permite que todos estejam cientes do trabalho que está sendo feito no local, que o usuário possa ter previsibilidade para programar sua viagem e que também possa entender que em determinados momentos a rodovia vai apresentar um tráfego que exige maior atenção do motorista. É uma obra que impacta a todos, mas que quando finalizada, também irá beneficiar a todos da mesma forma. O transtorno é passageiro, mas o benefício será permanente.” , pontua Felipe Neves.