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UPA do Fazendinha tem fiscalização da Câmara após denúncias da população

Denúncias abrangem transtornos da obra na unidade, falta de profissionais e também as agressões de pacientes àqueles que estão de plantão.
Denúncias abrangem transtornos da obra na unidade, falta de profissionais e também as agressões de pacientes àqueles que estão de plantão.

Geovane Barreiro com CMC

11/06/22
às
11:44

- Atualizado há 4 anos

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A Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Fazendinha Albert Sabin recebeu uma fiscalização de vereadores da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), nesta semana. Os parlamentares integram a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte e foram analisar a origem de diversas denúncias que abrangem os transtornos causados pela obra na unidade, a falta de profissionais e também as agressões de pacientes àqueles que estão de plantão.

Upa do Fazendinha. Foto: Everson Bressan/SMCS

Aos vereadores, Bruno Henrique Mello, gerente da UPA, disse que a primeira parte da reforma na unidade Fazendinha aconteceu enquanto não havia pacientes internados e que agora “é um momento de finalização, de detalhes e de pintura”. “Há um cuidado para que isso impacte minimamente os pacientes internados e colaboradores”, justificou o gerente da unidade, que hoje opera com 40 leitos, em um sistema de retaguarda dos hospitais, recebendo pacientes de internação prolongada.

Documento oficial

Terminada a visita, Noemia Rocha disse que o colegiado apresentará um pedido de informações oficial, via Câmara Municipal de Curitiba (CMC), requisitando ao Executivo prazo para a conclusão das obras. Ela entende que há uma demora e que ela deve ser questionada pela Comissão de Saúde a respeito disso. Sobre os casos de agressão, os vereadores ouviram dos gestores da UPA que, eventualmente, a unidade recebe pacientes com comorbidades de saúde mental. “São pessoas que também precisam de atendimento hospitalar”, justificou Mello.

Comissão de Saúde conversa com gestores da UPA Fazendinha. Foto: Rodrigo Fonseca/CMC

Sobre a falta de profissionais, os vereadores acolheram as respostas dadas pela equipe da UPA Fazendinha, de que há reposição de médicos quando necessário, mas que ocorrem afastamentos pontuais. Hoje, por exemplo, relatou Noemia Rocha, havia quatro profissionais de atestado médico. “Vamos discutir na Comissão de Saúde a elaboração de uma sugestão ao Executivo para que esse formato de unidade de retaguarda seja mantido na rede municipal do SUS”, adiantou a parlamentar.

Quem participou

Liderando a Comissão de Saúde, Bem-Estar Social e Esporte, a presidente Noemia Rocha (MDB), e os vereadores João da 5 Irmãos (União) e Pastor Marciano Alves (Solidariedade). Na UPA do Fazendinha, eles conversaram com Bruno Henrique Mello, gerente da unidade, e com Francielle Zucoloto da Silveira, coordenadora médica da UPA.

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