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A reunião do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar (CEDP) da Câmara Municipal de Curitiba que analisaria o processo contra o vereador Eder Borges (Novo) por ter feito um gesto simulando uma arma de fogo durante uma sessão no plenário foi adiada nesta quinta-feira (11) por falta de quórum. O caso é investigado no Processo Ético-Disciplinar (PED) 1/2026.
O encontro estava marcado para as 14h, na sala de reuniões da Diretoria de Apoio às Comissões, mas apenas quatro parlamentares compareceram. Para que haja deliberação, o Conselho de Ética precisa contar com a presença mínima de cinco dos seus nove integrantes.
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Participaram da reunião o presidente do colegiado, Hernani (Republicanos), além de Laís Leão (PDT), Olimpio Araujo Junior (PL) e Rafaela Lupion (PSD).
Entre os ausentes estavam Bruno Secco (Novo), Guilherme Kilter (Novo), Pier Petruzziello (PP) e Zezinho Sabará (PSD).
Kilter declarou-se suspeito para atuar no caso, mas seu afastamento ainda depende de aprovação do próprio Conselho. Dessa forma, a suplente Carlise Kwiatkowski (PL), apesar de presente, não pôde substituí-lo antes da votação do pedido. Já Petruzziello informou previamente que estaria viajando.
A nona vaga do colegiado também não poderia ser considerada para efeito de quórum. Isso porque a titular Giorgia Prates (PT) e o suplente Angelo Vanhoni (PT) estão impedidos de participar da análise, por serem autores de uma das representações relacionadas ao caso.
O PED 1/2026 reúne representações relacionadas a fatos ocorridos durante a sessão plenária de 1º de abril, após o encerramento de uma Tribuna Livre. O procedimento foi aberto inicialmente a partir de uma representação da Corregedoria da Câmara contra Eder Borges.
Segundo a apuração, o vereador realizou um gesto simulando uma arma de fogo durante uma fotografia institucional no plenário da Casa. A Corregedoria entendeu que a conduta pode configurar infração ao Código de Ética e Decoro Parlamentar.
Posteriormente, o Conselho anexou ao processo outras duas representações ligadas ao mesmo episódio. Uma delas foi apresentada pela vereadora Camilla Gonda (PSB) contra Eder Borges. A outra foi protocolada pelo próprio vereador contra Camilla Gonda (PSB), Professora Angela (PSOL) e Vanda de Assis (PT).
Por tratarem dos mesmos fatos, todas as representações tramitam conjuntamente no PED 1/2026. Uma nova data para a reunião do Conselho de Ética ainda não foi anunciada.