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Polícia procura suspeito que perseguiu jovem em shopping por homofobia; confira retrato falado

Durante a perseguição, o suspeito realizou diversas ameaças com teor homofóbico contra o jovem, que terminaram no pátio do estacionamento
Caso aconteceu em shopping de Curitiba (Foto: Imagem Ilustrativa - Pixabay)
Durante a perseguição, o suspeito realizou diversas ameaças com teor homofóbico contra o jovem, que terminaram no pátio do estacionamento

Redação*

14/03/24
às
9:06

- Atualizado há 2 anos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) divulga o retrato falado de um homem suspeito do crime de discriminação contra um jovem, de 29 anos, em um shopping no bairro Mossunguê, em Curitiba. O fato ocorreu no dia 30 de novembro de 2023.

Na data do fato, a vítima estava dentro do banheiro do estabelecimento comercial quando cruzou com outro cliente que o ameaçou e perseguiu por cerca de 600 metros no interior do shopping.

Durante a perseguição, o suspeito realizou diversas ameaças com teor homofóbico contra o jovem, que terminaram no pátio do estacionamento.

Confira o retrato falado do suspeito:

(Foto: Divulgação Polícia Civil)

O delegado da PCPR José Pinhão explica que foram solicitadas as câmeras de segurança do local para auxiliar no andamento das investigações, bem como realizado o retrato falado do suspeito.

“Solicitamos que a vítima comparecesse até o Instituto de Identificação do Paraná (IIPR), no setor de representação facial humana, para repassar as características do indivíduo. Conforme relato, seria um homem de cor branca, cabelo preto e curto, olhos castanhos, altura de 1,77 metros e idade aproximada de 20 anos”, afirma Pinhão.

A PCPR segue investigando o caso a fim de identificar o suspeito e esclarecer os fatos.

RETRATO FALADO – A técnica de confecção de retratos falados é realizada pelo IIPR, através dos papiloscopistas policiais. É utilizado um software em que são mostradas páginas com rostos, olhos, nariz e boca para quem está descrevendo o suspeito. 

O papiloscopista Rodrigo Bertuol explica que após unificar todas as peças, a imagem é exportada para um programa de edição para equalizar os tons de pele e incluir acessórios caso a vítima aponte que eles serão necessários na identificação, como bonés ou roupas com características específicas.

No final, o descrevente indica qual o grau de similaridade entre a representação facial humana e a imagem que estava querendo descrever. 

“O retrato falado busca sempre fazer com que a pessoa que está descrevendo o suspeito repasse algumas características que auxiliarão a equipe de investigação a chegar no autor do crime”, conclui Bertuol. 

*Com informações da Polícia Civil

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