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SEGURANÇA

Vereador de Fazenda Rio Grande é alvo da PF por suspeita de liderar esquema de contrabando de cigarros

Entre os principais investigados está o vereador Sandro da Proteção (PSD), de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado pelas investigações como líder do esquema
Dinheiro localizado pela PF (Foto: Divulgação)
Entre os principais investigados está o vereador Sandro da Proteção (PSD), de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado pelas investigações como líder do esquema

Redação Nosso Dia

01/07/26
às
10:09

- Atualizado há 8 segundos

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A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (1º), a Operação Adumbra para desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar no contrabando de cigarros e na lavagem de dinheiro obtido com a atividade ilegal. Entre os principais investigados está o vereador Sandro da Proteção (PSD), de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, apontado pelas investigações como líder do esquema.

Ao todo, são cumpridos oito mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Curitiba, em endereços localizados na capital paranaense e em Fazenda Rio Grande.

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À RPC, a Polícia Federal confirmou que cerca de R$ 40 mil em dinheiro foram localizados na casa do vereador durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Federal, o parlamentar seria responsável por coordenar toda a estrutura da organização, incluindo a logística, o transporte, o armazenamento, a distribuição e a comercialização de cigarros de origem estrangeira introduzidos clandestinamente no Brasil.

As investigações apontam que o grupo atuava de forma estruturada e permanente na internalização, transporte, armazenamento e distribuição dos produtos contrabandeados. Para ocultar a origem do dinheiro obtido com o esquema e dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis, os suspeitos utilizavam empresas e pessoas interpostas.

Vereador Sandro da Proteção (Foto: Divulgação)

Além do contrabando, a PF identificou indícios de um esquema de lavagem de dinheiro destinado a dissimular os valores obtidos com a atividade criminosa.

Segundo a corporação, o nome da operação, Adumbra, tem origem no latim Adumbrare, que significa “lançar à sombra” ou “encobrir”, em referência à suspeita de que o principal investigado exercia a liderança da organização de forma velada.

Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um e o avanço das apurações, pelos crimes de contrabando, lavagem de dinheiro e outros delitos que eventualmente sejam identificados durante a investigação.

O espaço permanece aberto caso a defesa do vereador queira se manifestar.

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