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Quadrilha que fez 100 vítimas em golpes de venda pelo WhatsApp é alvo de operação em Curitiba

As investigações foram iniciadas em dezembro de 2024 após denúncias sobre um esquema de golpes realizados em grupos de compras no aplicativo de mensagens WhatsApp
Foto: Fábio Dias/
As investigações foram iniciadas em dezembro de 2024 após denúncias sobre um esquema de golpes realizados em grupos de compras no aplicativo de mensagens WhatsApp

Redação*

23/01/25
às
12:00

- Atualizado há 1 ano

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou, nesta quarta-feira (22), em Curitiba, uma operação com o objetivo de coibir crimes de estelionato e associação criminosa, que vitimaram cerca de 100 pessoas em Curitiba, outras cidades do Paraná e até em outros estados.

As investigações foram iniciadas em dezembro de 2024 após denúncias sobre um esquema de golpes realizados em grupos de compras no aplicativo de mensagens WhatsApp. Os suspeitos anunciavam produtos de alto valor, como Smart TVs, celulares e eletrodomésticos, por preços muito inferiores ao mercado. 

O delegado da PCPR Fabiano Oliveira, explica que as vítimas efetuavam os pagamentos e eram orientadas a aguardar longos períodos para a entrega dos itens, o que muitas vezes não acontecia.

“Inicialmente, o grupo entregava alguns produtos para ganhar a confiança das vítimas, exigindo que elas tirassem fotos com os bens recebidos e as compartilhassem nos grupos, a fim de reforçar a credibilidade do esquema. Com o tempo, os prazos de entrega foram sendo prorrogados, dificultando a identificação do golpe. O prejuízo total estimado é de mais de R$ 300 mil”, diz. 

As investigações incluíram o registro de ocorrências, oitivas de vítimas, levantamentos financeiros e solicitações de medidas judiciais, como bloqueio de bens e quebra de sigilo. 

Nesta quarta-feira, os policiais civis estiveram nas ruas com o objetivo de cumprir quatro mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária. 

“Apesar dos mandados de prisão, os investigados não foram localizados e são considerados foragidos. Diante disso, a PCPR informa que denúncias sobre o paradeiro dos suspeitos podem ser feitas de forma anônima para as forças de segurança ”, completa. 

*Com informações da Polícia Civil

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