
- Atualizado há 1 ano
O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), divulgou uma nota em que afirmou estar com o coração apertado pelo desaparecimento de Eloah Pietra Almeida Santos, de um ano e três meses, que aconteceu no bairro Parolin, em Curitiba, na manhã de quinta-feira (23). Segundo familiares, ela foi levada por uma suposta profissional de saúde e, por isso, o prefeito também destacou como os os funcionários da Prefeitura fazem as abordagens nas residências.
Inicialmente, Pimentel afirmou que acompanha com muita preocupação e coração apertado o caso do sequestro da pequena Eloah.
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“Como pai, não consigo imaginar a dor e o desespero que essa família está vivendo agora. A polícia está dedicada ao caso, e ele já está no Alerta Amber, um serviço que dispara alertas pelas redes sociais para mobilizar toda a população. Se você tiver qualquer informação que possa ajudar, por favor, ligue para o 181 do Disque-Denúncia“, disse o prefeito.
Em seguida, Pimentel falou como funciona o trabalho dos agentes da Prefeitura de Curitiba, destacando que eles nunca pedem para as pessoas entrarem em um carro.
“Quero também reforçar algo muito importante: os agentes comunitários e de endemias da Prefeitura estão sempre uniformizados com azul e carregam crachá de identificação. Se houver qualquer dúvida, você pode ligar para o 156 para confirmar. E é fundamental lembrar que esses profissionais nunca vão convidar ninguém para entrar em um carro. O atendimento acontece diretamente na casa do paciente ou é agendado para a unidade de saúde“, explicou Pimentel.

Segundo a família teria, a mulher teria fugido com a criança em um carro branco. A suposta sequestradora tinha passado na casa da família um dia antes, afirmando ser uma agente de saúde. No dia seguinte, na manhã desta quinta-feira, ela voltou e disse que a criança precisaria passar por uma consulta, quando a mãe entrou no carro branco e ingeriu uma bebida. Em seguida, a pedido da suposta agente de saúde, a mãe afirmou que saiu do carro para arrumar a cadeirinha, momento em que a suspeita acelerou e fugiu com Eloá.
Após o caso, a mãe da pequena Eloah se sentiu mal e foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento. Suspeita-se que ela tenha tomado algum medicamento ao ingerir a bebida oferecida pela falsa agente de saúde, o que não foi confirmado.
De acordo com o secretário de Seguraça Pública, o coronel Hudson Leôncio Teixeira, a polícia trabalha com a versão dada pela mãe.
“A versão que trabalhamos é a dada pela mãe, de que ela foi levada em um carro sobre uma possível alegação de que sofria maus-tratos. Toda a Secretaria de Segurança está empenhada em esclarecer essa situação. Todos estão sensibilizados para encontrar essa criança o mais rápido possível”, disse o secretário, que confirmou que o pai e a mãe de Eloá não têm antecedentes criminais.