PUBLICIDADE
Paraná /
DIA A DIA

Novo programa para animais, Vet-Móvel começa em junho pela RMC e Litoral

A expectativa é realizar 80 mil atendimentos nesta primeira fase, que vai percorrer 35 cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e do Litoral
O governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou nesta terça-feira (26) o programa de vacinação Vet-Móvel Paraná. Foto: Geraldo Bubniak/AEN
A expectativa é realizar 80 mil atendimentos nesta primeira fase, que vai percorrer 35 cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e do Litoral

Redação*

26/05/26
às
16:37

- Atualizado há 18 segundos

Compartilhe:

Lançado nesta terça-feira (26) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, o programa de vacinação Vet-Móvel já tem data e local de início. Os atendimentos veterinários gratuito aos animais de estimação começam no dia 1º de junho, nas cidades de Campo Magro, Bocaiúva do Sul e Tunas do Paraná, na Região Metropolitana de Curitiba.

O prefeito de Campo Magro, Rilton Boza, comemorou o novo programa, que vai contar com vans adaptadas e equipadas para o atendimento veterinário. Elas vão percorrer os municípios levando serviços clínicos e preventivos para perto da população, como avaliação clínica ambulatorial, vacinação, vermifugação, controle de ectoparasitas, como pulgas e carrapatos, além de orientações sobre medicina veterinária preventiva e tutela responsável.

Para receber as principais informações do dia pelo WhatsApp entre no grupo do Portal Nosso Dia clicando aqui

“O programa com certeza vai ser um sucesso, porque existe uma demanda muito grande de cuidado com os animais de estimação, atendendo tanto as entidades da causa animal, como a população que tem os seus bichos de estimação”, afirmou o prefeito. “Eu lembro da minha infância, quando o Exército passava pelas casas vacinando os animais contra a raiva. Agora será um número maior de vacinas que serão cobertas, para que doenças como a leptospirose não se espalhem”.

Ele ressaltou que a iniciativa atende especialmente os tutores que não têm condições financeiras de fazer um atendimento clínico e também as ONGs de proteção, que atendem um número grande de animais. “É uma necessidade que a gente vê, principalmente daquelas pessoas que não têm acesso a uma clínica particular e que agora terão esse serviço de forma gratuita”, disse.

A iniciativa é da recém-criada Superintendência-Geral de Proteção Animal, vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest). A expectativa é realizar 80 mil atendimentos nesta primeira fase, que vai percorrer 35 cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e do Litoral. O investimento do Governo do Estado é de R$ 19,6 milhões.

Para o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável, Everton Souza, o cuidado com a saúde animal é também uma questão que impacta a saúde pública como um todo. “Essa preocupação com a saúde dos animais atinge a saúde como um todo, porque a prevenção com a vermifugação e vacinação também protege as pessoas”, salientou.

“Nossa preocupação é instituir um programa de Estado, para continuar aportando recursos nos próximos anos para esse tipo de ação”, explicou Souza. “É uma iniciativa importante para proteger os animais domésticos e também os silvestres, já que o contato entre esses dois mundos pode causar zoonoses ou desequilíbrios ambientais”.

O superintendente de Proteção Animal, Rodrigo Rodrigues, ressaltou que o atendimento itinerante facilita o acesso da população aos serviços veterinários. “Todo atendimento será feito de forma organizada, com cadastro prévios dos animais. Serão 80 mil atendimentos ainda neste ano, o maior volume que temos conhecimento no âmbito nacional. Após esta primeira etapa, vamos levar essas ações aos demais municípios paranaenses, cuidando do bem-estar e da saúde dos animais”, afirmou.

“Com a criação da superintendência, o Paraná será um dos únicos estados brasileiros a conta com a uma estrutura própria focada na causa animal, para combater maus tratos e focar na causa animal e na saúde animal, que reflete na saúde pública e no meio ambiente”, ressaltou Rodrigues. “O combate a zoonoses, a questão da segurança alimentar animal e a proteção da fauna silvestre são um conjunto de ações que se complementa ao que o Estado já vem fazendo, por exemplo com o CastraPet”.

PRIMEIRA FASE – Nesta primeira etapa, a ação atenderá 35 cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e do Litoral, por meio de termos de cooperação com as prefeituras, que não terão custos financeiros. Como contrapartida, as administrações municipais devem disponibilizar um local coberto, com acesso à água e energia elétrica, além de realizar o cadastro prévio dos animais e tutores. A ação começa no dia 1º de junho. Confira o cronograma  AQUI .

Na RMC serão contemplados Adrianópolis, Agudos do Sul, Almirante Tamandaré, Araucária, Balsa Nova, Bocaiúva do Sul, Campina Grande do Sul, Campo do Tenente, Campo Largo, Campo Magro, Cerro Azul, Colombo, Contenda, Doutor Ulysses, Fazenda Rio Grande, Itaperuçu, Lapa, Mandirituba, Piên, Pinhais, Piraquara, Quatro Barras, Quitandinha, Rio Branco do Sul, Rio Negro, São José dos Pinhais, Tijucas do Sul e Tunas do Paraná.

Os sete municípios do Litoral também serão contemplados: Antonina, Guaraqueçaba, Guaratuba, Matinhos, Morretes, Paranaguá e Pontal do Paraná.

*Com informações da AEN

TÁ SABENDO?

DIA A DIA

© 2024 Nosso dia - Portal de Noticias