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Jornalista com história em TVs do Paraná morre aos 58 anos

Formanda pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1986, ela fez história como repórter televisiva em veículos como a RPC TV, SBT e Bandeirantes
Fernanda Martins (Foto: Reprodução Sindijor)
Formanda pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1986, ela fez história como repórter televisiva em veículos como a RPC TV, SBT e Bandeirantes

Redação Nosso Dia

27/12/23
às
6:48

- Atualizado há 2 anos

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A jornalista paranaense Fernanda Martins, de 58 anos, morreu na segunda-feira (25) em Portugal, em decorrência de um câncer. Formanda pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) em 1986, ela fez história como repórter televisiva em veículos como a RPC TV, SBT e Bandeirantes.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (SindijorPR) lamentou a morte de Fernanda e compartilhou um texto do vereador e jornalista Herivelto Oliveira, amigo pessoal e ex-colega de trabalho de Fernanda:

“Se ela pudesse ter escolhido, morreria numa mesa de bar, fumando, rindo e bebendo cerveja, cercada de amigos. O destino quis que a jornalista Fernanda Martins, ou melhor, que a Fer estivesse longe desses amigos na hora de ir embora. Jornalista de primeira linha, daquele tipo que se impunha nas reportagens sérias, e ao mesmo tempo era cativante nas matérias de comportamento, ou de arte. Ela foi uma das primeiras da geração mais antiga a se cansar da TV diária, quem sabe prevendo o que viria. Saiu da televisão e foi passar uns tempos nos Estados Unidos. Voltou para o Brasil e colocou seu talento em campanhas eleitorais em várias cidades e Estados brasileiros. Meio que voltou pra Curitiba, de onde saiu para cuidar de terras da família em Portugal. Não era coisa grande, mas ela quis experimentar o desafio de virar mulher do campo”, inciou.

Herivelto contou que foi lá que ela acabou descobrindo o câncer. “Foi lá que descobriu que o câncer, que não era novidade na vida dela, tinha voltado. Tentou vários tratamentos até receber o diagnóstico de que não havia mais o que fazer. Mas ela ainda aproveitou com a família a mudança das cores do outono na Europa, uma espécie de último desejo. É difícil encontrar fotos da Fer sozinha… ela estava sempre cercada de amigos, normalmente mandando um papo sério sobre política e televisão. Amigos que agora fazem um brinde a esta pessoa maravilhosa, já cheios de saudade. Não chegou a ver os fogos do Ano Novo, mas partiu, em paz, depois do Natal.”

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