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SEGURANÇA

Funcionário de escola particular é preso por estupro de aluna de nove anos no Paraná

O investigado, que trabalhava como inspetor e monitor em um colégio particular da cidade, é suspeito de cometer estupro de vulnerável de forma reiterada contra alunas da instituição de ensino, aproveitando-se do livre acesso à rotina escolar dos estudantes
O investigado, que trabalhava como inspetor e monitor em um colégio particular da cidade, é suspeito de cometer estupro de vulnerável de forma reiterada contra alunas da instituição de ensino, aproveitando-se do livre acesso à rotina escolar dos estudantes

Redação Nosso Dia

01/07/26
às
13:27

- Atualizado há 13 segundos

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Um homem de 68 anos foi preso temporariamente pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira (1º), no bairro Uvaranas, em Ponta Grossa. O investigado, que trabalhava como inspetor e monitor em um colégio particular da cidade, é suspeito de cometer estupro de vulnerável de forma reiterada contra alunas da instituição de ensino, aproveitando-se do livre acesso à rotina escolar dos estudantes.

O caso foi descoberto após o relato de duas alunas de 9 anos. Em 7 de maio deste ano, logo após participarem de uma apresentação em homenagem ao Dia das Mães no colégio particular, as crianças relataram às famílias os atos libidinosos praticados pelo funcionário.

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Assim que foi notificada pelas mães das vítimas, a administração do colégio particular abriu uma sindicância interna. O procedimento confirmou o comportamento inadequado do inspetor, que foi demitido imediatamente por violação das normas de conduta e ética da instituição privada.

No decorrer do inquérito conduzido pelo Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria), comandado pela delegada Renata Batista, a polícia identificou uma terceira vítima no colégio particular, uma adolescente de 12 anos. O suspeito já possuía antecedentes criminais por ato obsceno.

A pedido da Polícia Civil, o Judiciário decretou a prisão temporária do homem por 30 dias para assegurar o andamento das investigações e impedir a destruição de provas. Os agentes também cumpriram um mandado de busca e apreensão na casa do ex-funcionário, onde apreenderam um aparelho celular que passará por perícia técnica para verificar se há registros de abusos ou outras vítimas vinculadas à escola particular.

O homem foi encaminhado à Cadeia Pública Hildebrando de Souza, onde permanece à disposição da Justiça.

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