
- Atualizado há 2 anos
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Após acusação de Edison Brittes durante júri popular da morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, de que foi orientado a mentir pelo seu então advogado Cláudio Dalledone, o criminalista afirmou ao Portal Nosso Dia, na manhã desta terça-feira (19), que as palavras do ex-cliente são caluniosas. Dalledone disse ainda que, se chamado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), revelará a proposta indecorosa que recebeu, que o levou a deixar o caso
No depoimento, Brittes afirmou que foi instruído a mentir pelo advogado anterior, sem dar detalhes ao que se referia. Ao Portal Nosso Dia, Cláudio Dalledone afirmou que o depoimento do réu é calunioso.
“Eu jamais orientei ele a mentir e tenho gravado a entrevista que tive com ele. Fiz vídeos com ele contando a versão do que ocorreu. Na casa dele, quando se entregou, gravou novo vídeo e fiz tudo isso para me resguardar”, falou.

Ainda para Dalledone, a fala de Brittes seria uma indução do atual advogado, Elias Mattar Assad, para evitar contradições do réu.
“Induzido pelo advogado, para sair de contradições, usa essa tática surrada para imputar ao advogado algo que não aconteceu. Gostaria de ser chamado pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para responder, porque colocaria a razão, de foro íntimo, que me fez sair do processo, por uma proposta indecorosa que recebi. Isso tenho tudo documentado e responderia em alto e bom som, respondendo ao advogado para aprender a defender o júri e deixar de imputar algo a colegas. Jamais orientei ele a mentir”, concluiu.
Ainda no depoimento de ontem, Brittes disse que Daniel foi o culpado pelo o que aconteceu e que se arrepende pelo crime. Disse que não procurou por isso e que não queria matar um inocente, mas que mexeram com a mulher dele e que, se ela e o ambiente tivessem sido respeitados por Daniel, nada teria acontecido.