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“Cada segundo em pé representa uma vitória”: Ana Beatriz, atingida por galho, tem evolução em fisioterapia

A evolução foi compartilhada pela mãe, Vanessa Stubinski, que publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais ao acompanhar o primeiro dia do novo tratamento
(Foto: Reprodução Instagram)
A evolução foi compartilhada pela mãe, Vanessa Stubinski, que publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais ao acompanhar o primeiro dia do novo tratamento

Redação Nosso Dia

22/07/26
às
17:46

- Atualizado há 20 segundos

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Quase uma semana após receber alta, depois de permanecer internada por sofrer uma grave lesão na medula espinhal ao ser atingida por um galho de árvore na Praça Osório, em Curitiba, a jovem fonoaudióloga Ana Beatriz Stubinski, de 22 anos, comemorou uma nova etapa da recuperação. Ela iniciou uma fase intensiva de fisioterapia e já conseguiu permanecer em pé com auxílio da equipe de reabilitação.

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A evolução foi compartilhada pela mãe, Vanessa Stubinski, que publicou uma mensagem emocionante nas redes sociais ao acompanhar o primeiro dia do novo tratamento.

“Hoje não é apenas mais um dia. É o primeiro dia do grande dia. Depois de tanta dor, lágrimas, medo e inúmeras batalhas, começamos uma nova etapa. Cada movimento, cada tentativa, cada segundo em pé representa uma vitória que muitos disseram ser impossível”, escreveu.

Vanessa destacou que a família sabe que a recuperação será longa, mas mantém a esperança de que a filha volte a andar. “Não sabemos quanto tempo vai levar, mas sabemos que Deus já começou a escrever esse milagre. E nós vamos continuar acreditando, lutando e celebrando cada pequena conquista. O impossível só existe até que alguém prove o contrário”, afirmou.

Assista ao vídeo da fisioterapia:

Tratamento experimental

Ana Beatriz sofreu o acidente em 13 de junho, quando visitava familiares em Curitiba. O impacto do galho provocou fraturas nas vértebras T5 e T6, perfuração no pulmão e uma grave lesão na medula espinhal, deixando a jovem paraplégica.

Ela permaneceu internada por 32 dias no Hospital do Trabalhador, onde passou por diversas cirurgias e recebeu um tratamento experimental com polilaminina, proteína aplicada diretamente na região lesionada da medula. A terapia, autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por meio de protocolo de uso compassivo, busca estimular a regeneração do tecido nervoso em pacientes com lesão medular.

Após receber alta, Ana iniciou o processo de reabilitação ambulatorial, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar. A fisioterapia é considerada uma das etapas mais importantes do tratamento, ajudando na preservação da musculatura, na prevenção de complicações e no estímulo às funções neurológicas enquanto a equipe médica acompanha a resposta ao tratamento experimental.

Para a família, cada nova conquista representa um motivo para celebrar. Agora, o objetivo é seguir avançando, um passo de cada vez, na esperança de que a jovem recupere os movimentos das pernas.

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