
- Atualizado há 1 ano
O secretário de Segurança Pública do Paraná, o coronel Hudson Leôncio Teixeira, afirmou que a versão que a polícia trabalha sobre o desaparecimento da menina Eloá Pietra Almeida Santos, de um ano e três meses, é a dada pela mãe, de que ela foi levada por uma falsa profissional de saúde na manhã de quinta-feira (23) no bairro Parolin, em Curitiba.
“A versão que trabalhamos é a dada pela mãe, de que ela foi levada em um carro sobre uma possível alegação de que sofria maus-tratos. Toda a Secretaria de Segurança está empenhada em esclarecer essa situação. Todos estão sensibilizados para encontrar essa criança o mais rápido possível”, disse o secretário, que confirmou que o pai e a mãe de Eloá não têm antecedentes criminais.
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Ainda na entrevista, o secretário disse que o Alerta Amber foi acionado e a Polícia Federal (PF) comunicada. “O Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) está à frente e outros grupos especiais das Policias Civil e Militar estão empenhadas. A PF foi acionada para fazer o alerta nos aeroportos e pedimos que qualquer informação seja passada via 190 ou 181”, falou.
O secretário ainda falou sobre a hipótese de tráfico de órgãos. “Nenhuma hipótese está sendo descartada, mas eu acredito que não seja isso pela forma que aconteceu. Presumo que não seja esse o caso”, concluiu.

Segundo a família teria, a mulher teria fugido com a criança em um carro branco. A suposta sequestradora tinha passado na casa da família um dia antes, afirmando ser uma agente de saúde. No dia seguinte, na manhã desta quinta-feira, ela voltou e disse que a criança precisaria passar por uma consulta, quando a mãe entrou no carro branco e ingeriu uma bebida. Em seguida, a pedido da suposta agente de saúde, a mãe afirmou que saiu do carro para arrumar a cadeirinha, momento em que a suspeita acelerou e fugiu com Eloá.
Após o caso, a mãe da pequena Eloá se sentiu mal e foi encaminhada a uma Unidade de Pronto Atendimento. Suspeita-se que ela tenha tomado algum medicamento ao ingerir a bebida oferecida pela falsa agente de saúde, o que não foi confirmado.