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Quem é o influenciador de moda preso por suspeita de participação em assalto no Água Verde, em Curitiba

Com mais de 30 mil seguidores nas redes sociais, consultor de imagem, fotógrafo e ex-candidato a vereador foi detido após investigação policial
Reprodução / Instagram
Com mais de 30 mil seguidores nas redes sociais, consultor de imagem, fotógrafo e ex-candidato a vereador foi detido após investigação policial

Redação Nosso Dia

06/06/26
às
14:24

- Atualizado há 2 minutos

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O influenciador de moda Chrys Kishida, preso na última sexta-feira (5) por suspeita de participação em um assalto no bairro Água Verde, em Curitiba, é conhecido nas redes sociais por sua atuação no mercado da moda, produção de conteúdo e consultoria de imagem. Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, ele compartilhava publicações relacionadas a estilo de vida, tendências e trabalhos fotográficos.

Além da atuação como influenciador digital, Kishida se apresentava como diretor criativo, personal stylist, personal shopper, fotógrafo e biomédico. Em sua biografia nas redes sociais, afirmava ser “apaixonado por pessoas”.

O influenciador também já tentou ingressar na vida pública. Em 2020, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Curitiba como candidato a vereador, mas não foi eleito.

Nas redes sociais, costumava publicar conteúdos sobre moda, imagem pessoal, comportamento e eventos sociais, além de trabalhos realizados na área de fotografia e consultoria de estilo.

A prisão ocorreu após um assalto registrado por câmeras de segurança na Rua José Cadilhe, no bairro Água Verde. As imagens da ocorrência repercutiram nas redes sociais e auxiliaram na identificação dos suspeitos.

Segundo informações da investigação, Chrys Kishida é suspeito de ter conduzido o veículo utilizado na ação criminosa, enquanto outro homem teria realizado a abordagem à vítima. Após diligências, equipes policiais localizaram e efetuaram sua prisão.

O caso segue sendo investigado pelas autoridades, que apuram as circunstâncias do crime e a participação de cada envolvido. Até o momento, não havia manifestação pública da defesa sobre as acusações.

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