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Salão de beleza e brechó eram usados como fachada para venda ilegal de emagrecedores e cigarros eletrônicos no Paraná

Ao todo, os policiais apreenderam cerca de 200 frascos de medicamentos emagrecedores e aproximadamente 1,4 mil cigarros eletrônicos
(Foto: Polícia Civil)
Ao todo, os policiais apreenderam cerca de 200 frascos de medicamentos emagrecedores e aproximadamente 1,4 mil cigarros eletrônicos

Redação Nosso Dia

02/06/26
às
16:02

- Atualizado há 23 horas

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Uma operação da Polícia Civil do Paraná (PCPR) desarticulou, na manhã desta terça-feira (2), um esquema de comercialização irregular de medicamentos para emagrecimento e cigarros eletrônicos em Castro, nos Campos Gerais. Duas pessoas foram presas em flagrante durante a ação.

Ao todo, os policiais apreenderam cerca de 200 frascos de medicamentos emagrecedores e aproximadamente 1,4 mil cigarros eletrônicos. A investigação apontou que um salão de beleza e um brechó eram utilizados como apoio às atividades criminosas e serviam como fachada para o esquema.

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A operação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em residências e estabelecimentos comerciais da cidade. Além dos produtos irregulares, foram encontrados seringas, dinheiro em espécie, registros financeiros e máquinas de cartão utilizadas nas negociações.

Segundo a PCPR, as investigações revelaram uma estrutura organizada para a importação, transporte, armazenamento e venda dos medicamentos, que eram oferecidos principalmente por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens. Os suspeitos também utilizavam estratégias para ampliar as vendas, incluindo descontos para clientes que indicassem novos compradores.

De acordo com o delegado Marcondes Alves Ribeiro, os elementos reunidos durante a investigação demonstram uma operação bem estruturada, que contava até mesmo com unidades móveis para realizar entregas dos produtos.

A polícia destacou que a comercialização dos medicamentos representava risco à saúde pública, já que não havia garantias sobre a procedência dos produtos nem sobre as condições adequadas de armazenamento.

Todo o material apreendido será encaminhado para perícia e, posteriormente, destruído. Os dois investigados foram autuados pelo crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais e encaminhados ao sistema penitenciário.

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