
- Atualizado há 1 ano
As famílias de menor renda que aguardam por uma moradia popular ganharam um motivo para renovar as esperanças nesta sexta-feira (24/1). O prefeito Eduardo Pimentel e o presidente da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), André Baú, assinaram a contratação de um novo conjunto habitacional, que terá parte das 96 unidades destinadas a inscritos na fila da Cohab pertencentes à Faixa 1do programa Minha Casa Minha Vida – as famílias de menor renda (de até R$ 2.850 por mês)
“É um dia histórico. Depois de dez anos, Curitiba volta a contratar um empreendimento habitacional para famílias com renda mensal até R$ 2.850, justamente as que mais precisam. O Residencial Corbélia é o primeiro passo para atingirmos a meta de gerar 20 mil habitações na cidade nos próximos quatro anos”, disse o prefeito Eduardo Pimentel.
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Localizado no bairro São Miguel, na Regional CIC, o Residencial Corbélia será composto por seis blocos com quatro pavimentos cada um, totalizando 96 unidades habitacionais. O conjunto vai contar com vagas de garagem para veículos, bicicletário e área de recreação.
Na mesma região, Eduardo Pimentel anunciou que irá construir uma das seis novas unidades de saúde da cidade, a U.S Corbélia.
O Residencial Corbélia será construído em parceria com a Caixa Econômica Federal, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). O presidente da Cohab, André Baú, destacou a parceria com a Caixa para impulsionar a produção habitacional em Curitiba.
“Esse foi o primeiro de muitos empreendimentos que construiremos para a população curitibana. Buscaremos acelerar as obras para que já em janeiro do ano que vem os beneficiados possam receber as chaves de seus novos imóveis”, disse Baú.
Além do prefeito e do presidente da Cohab, também assinaram o documento de contratação da obra, o vice-prefeito e secretário municipal de desenvolvimento econômico, Paulo Martins; o secretário municipal de Obras Públicas e presidente do Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social (FMHIS), Luiz Fernando Jamur; o superintendente regional da Caixa, Gilberto Onofre da Luz; e o representante da Construtora Bertoldi, Leonardo de Angelis.
Também compuseram a mesa de autoridades, o secretário do Governo Municipal, Marcelo Fachinello; o presidente da Câmara Municipal, vereador Tico Kuzma; e o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto.
Ainda compareceram o chefe de gabinete do prefeito, Ricardo Andreazza; o presidente da FAS, Renan Rodrigues; o presidente da Curitiba S.A, José Lupion Neto; a presidente do ICS, Marina Bueno; o controlador-geral do município, Bruno Pandini; o superintendente da Guarda Municipal, Celso dos Santos; os administradores regionais Rodrigo Reis, do Portão, Dirceu de Matos, de Santa Felicidade, Reinaldo Boaron, do Boa Vista, e Rudimar Fedrigo, da CIC; além dos vereadores Fernando Klinger, Jasson Goulart, Laís Leão, Lorens Nogueira, Meri Martins, Zezinho do Sabará, Toninho da Farmácia, Olimpio Junior e Renan Ceschin.
As regras do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) permitem a destinação de 50% das unidades para famílias em situação de vulnerabilidade social e os outros 50% para inscritos na fila da Cohab pertencentes à faixa 1 , que serão selecionados por sorteio com critérios pré-definidos.
O projeto representa uma conquista importante para a cidade e dá sequência ao arrojado programa habitacional que pretende gerar 20 mil moradias nos próximos quatro anos. O prefeito Eduardo Pimentel agradeceu ao presidente anterior da Cohab, José Lupion Neto, por ter dado início às tratativas que culminaram na assinatura do contrato já no primeiro mês de governo.
A obra será executada pela Construtora Bertoldi, vencedora da licitação. O município de Curitiba, como Ente Público Local para implantação do PMCMV, dará todo o suporte para a execução do projeto, com a seleção de famílias, aprovações, licenciamentos, realização de trabalho social com os beneficiários e outras ações.
Curitiba vive um momento de foco na produção de Habitação de Interesse Social, buscando fortalecer a parceria com o Governo do Estado, buscar recursos junto ao governo federal e diversificar as modalidades de atendimento para beneficiar um número maior de famílias.