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“Minha geração precisa mostrar uma alternativa”, diz Ratinho Jr. sobre candidatura à presidência em 2026

Ratinho Jr. conversou com o programa da Jovem Pan, comandado por Emilio Surita, por cerca de 30 minutos
(Foto: Reprodução de Vídeo)
Ratinho Jr. conversou com o programa da Jovem Pan, comandado por Emilio Surita, por cerca de 30 minutos

Luiz Henrique de Oliveira

27/01/25
às
14:31

- Atualizado há 1 ano

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O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), falou ao Programa Pânico, na tarde desta segunda-feira (27), onde foi elogiado pelos participantes pelos excelentes resultados obtidos no Paraná. Ainda, o governador comentou sobre a possibilidade de ser candidato à presidência em 2026, deixando ela em aberto e destacanto que a geração dele, nascida na década de 1980, precisa mostrar alternativas.

Ratinho Jr. conversou com o programa da Jovem Pan, comandado por Emilio Surita, por cerca de 30 minutos. Ao ser questionado sobre as aspirações para 2026, não descartou a possibilidade de ser candidato a presidente.

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“Acho muito simples a pessoa se colocar, porque tem que ter partido que queira te colocar e boa parte da sociedade querendo o seu nome. Minha geração precisa mostrar uma alternativa e projetos de sucesso. Nada contra o passado, mas somos governado ainda pela década de 1950. Temos nomes como Tarcísio Freitas, Eduardo Leite e Romeu Zema também”, destacou Ratinho Junior.

Em seguida, o governador foi questionado sobre a relação com Jair Bolsonaro, já que o ex-presidente o citou recentemente como um bom nome para 2026. “Tenho uma boa relação com ele. Na pandemia tivemos visões diferentes. Quando presidente, ele trouxe bons investimentos ao Paraná”, explicou.

Sobre o atual panorama do Brasil, Ratinho Junior citou que houve avanços nos últimos 30 anos, mas com ressalvas ao momento do Governo Federal. “Nós tivemos avanços, como o plano real que estabilizou a inflação. O que não existe é se pensar ao planejamento em médio a longo prazo. Se pensa em reeleição e não no futuro. Hoje, o sinal não é muito bom para o Brasil. Dólar alto que influencia na soja, no trigo e prejudica a inflação”, disse.

Por fim, o governador, que foi elogiado com relação à economia, educação e saúde do Paraná, falou sobre a questão da Segurança Pública, ao ser questionado sobre o risco do Centro de Curitiba se tornar uma cracolândia. “Essa questão é um desafio para os prefeitos e o Estado tem trabalhado para colaborar com isso. Nós tivemos queda nos índices de violência, mas o usuário de drogas no Centro e na porta da igreja causa uma sensação de insegurança. O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, está trabalhando nisso e vai revitalizar a região central da capital”, concluiu.

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