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Junho Laranja e Junho Vermelho reforçam conscientização sobre leucemia e importância da doação de sangue

O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso terapêutico.
O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso terapêutico.

Redação com Assessoria

10/06/26
às
14:49

- Atualizado há 5 segundos

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O mês de junho une duas importantes campanhas de saúde: o Junho Laranja, voltado à conscientização sobre a leucemia e a anemia, e o Junho Vermelho, que incentiva a doação de sangue. A conexão entre os temas é direta: pacientes em tratamento oncológico, especialmente os diagnosticados com leucemia, frequentemente dependem de transfusões sanguíneas durante o tratamento.

O IOP (Instituto de Oncologia do Paraná) alerta para a importância do diagnóstico precoce, da realização de exames preventivos e da manutenção dos estoques de sangue, que costumam sofrer queda durante o inverno.

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Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa é de cerca de 11 mil novos casos de leucemia por ano no Brasil entre 2023 e 2025. A doença atinge os glóbulos brancos, células responsáveis pela defesa do organismo, e pode evoluir rapidamente sem o diagnóstico adequado.

Um dos exames mais importantes para a identificação precoce é o hemograma, considerado simples, acessível e fundamental para detectar alterações sanguíneas que podem indicar doenças hematológicas.

“O hemograma é um importante aliado no rastreamento de alterações que merecem investigação. Muitas vezes, alterações nas células do sangue aparecem antes mesmo de sintomas mais evidentes”, explica o oncologista e hematologista do IOP, Dr. Eduardo Cilião Munhoz.

Entre os principais sinais de alerta para a leucemia estão fadiga intensa, palidez, febre persistente, perda de peso sem causa aparente, manchas roxas pelo corpo, sangramentos frequentes, dores ósseas e infecções recorrentes. Como muitos sintomas podem ser confundidos com outras doenças, a avaliação médica é indispensável.

O diagnóstico precoce aumenta significativamente as chances de sucesso terapêutico. Nos últimos anos, os avanços da oncologia e da hematologia têm ampliado as possibilidades de tratamento, com terapias-alvo, imunoterapia e medicamentos mais modernos, que oferecem maior precisão e qualidade de vida aos pacientes.

Além do tratamento especializado, outro fator essencial para quem enfrenta o câncer é a disponibilidade de sangue nos hemocentros. Pacientes oncológicos frequentemente necessitam de transfusões de hemácias, plaquetas e plasma durante sessões de quimioterapia, transplantes de medula óssea e outros procedimentos.

De acordo com o Ministério da Saúde, apenas cerca de 1,4% da população brasileira doa sangue regularmente, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o índice ideal esteja entre 3% e 5%.

Durante o inverno, os estoques de sangue tradicionalmente sofrem redução devido às baixas temperaturas, aumento de doenças respiratórias e menor comparecimento de doadores. O período acende um alerta para os hemocentros de todo o país.

No dia 14 de junho é celebrado o Dia Mundial do Doador de Sangue, data criada pela Organização Mundial da Saúde para homenagear voluntários e incentivar novas doações.

Além de conscientizar, as campanhas também ajudam a combater mitos relacionados à doação de sangue. Entre as dúvidas mais comuns estão receios de engordar, emagrecer, enfraquecer o organismo ou contrair doenças durante o procedimento. A doação é segura, rápida e realizada com materiais esterilizados e descartáveis.

“Uma única doação pode ajudar até quatro pessoas. Para muitos pacientes oncológicos, o sangue doado representa a continuidade do tratamento e uma nova oportunidade de recuperação”, destaca o especialista.

Para doar sangue, é necessário estar em boas condições de saúde, ter entre 16 e 69 anos (menores de idade precisam de autorização), pesar mais de 51 quilos e apresentar documento oficial com foto. Pessoas gripadas ou com sintomas infecciosos devem aguardar a recuperação antes da doação.

Sobre o Grupo Med4U:

A Med4U é uma holding que engloba algumas das marcas mais reconhecidas no setor da saúde, oferecendo soluções integradas e inovadoras para pacientes e profissionais. Entre as empresas que fazem parte da Med4U estão o IOP (Instituto de Oncologia do Paraná), o IOP Educa, o IOP Pesquisa, o Valencis, a Spesia e o Oncoville. Também fazem parte a Santé Cancer Center, com unidades em Lages e Caçador, em Santa Catarina, e a Clínica Prognóstica Oncologia, sediada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Juntas, essas instituições formam um grupo dedicado à excelência no cuidado oncológico, educação e inovação em saúde.

O IOP, a marca mais antiga do grupo, que completou 30 anos de atuação em 2025, continua sendo uma referência no tratamento do câncer. Com quatro sedes em Curitiba (PR), o IOP se destaca por suas parcerias estratégicas, como a aliança com o Hospital São Marcelino Champagnat que oferece um tratamento integrado e a parceria com o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, sendo a primeira clínica no sul do Brasil a integrar a Rede Einstein de Oncologia e Hematologia. O IOP também se destaca por ter o mais alto nível de acreditação de qualidade no Paraná (ONA 3).

O IOP oferece tratamentos avançados e humanizados, utilizando tecnologia de ponta e uma abordagem multidisciplinar, que inclui Nutrição, Psicologia, Enfermagem, Farmácia e Educador Físico. Além disso, terapias complementares como cromoterapia, aromaterapia e musicoterapia ajudam a proporcionar um cuidado mais completo e humanizado.

Para mais informações ou para agendar sua consulta, acesse nosso site: https://iop.com.br

IOP: Há 30 anos cultivando histórias, cuidando de pessoas.

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