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Conheça a edificação mais antiga de Curitiba; ela está passando por restauro

O trabalho é realizado pela Mitra Diocesana em parceria com a Prefeitura de Curitiba, que disponibilizou cotas de potencial construtivo para a execução da obra
(Foto: Divulgação SMCS)
O trabalho é realizado pela Mitra Diocesana em parceria com a Prefeitura de Curitiba, que disponibilizou cotas de potencial construtivo para a execução da obra

Redação com SMCS

03/08/23
às
15:42

- Atualizado há 3 anos

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Até dezembro, Curitiba receberá um presente histórico em comemoração aos seus 330 anos: a primeira parte do restauro da secular Igreja da Ordem Terceira de São Francisco de Chagas. A edificação de 1737 é a mais antiga da cidade e fica no Largo da Ordem, no São Francisco

O trabalho é realizado pela Mitra Diocesana em parceria com a Prefeitura de Curitiba, que disponibilizou cotas de potencial construtivo para a execução da obra.

O emblemático edifício abriga o Museu de Arte Sacra, cuja restauração é a primeira etapa do projeto a ser entregue. Nesta quinta-feira (3/8), o prefeito Rafael Greca e o arcebispo Dom José Antônio Peruzzo visitaram as obras.

“Nos 330 anos da cidade, vamos entregar a restauração do edifício mais antigo de Curitiba, onde tanta memória está acumulada e onde tanto bem foi desejado para essa cidade. Para a alegria do meu coração de prefeito, é a igreja onde meus pais se casaram. Sou fruto dessa igreja”, declarou o prefeito, emocionado.

A visita contou com a presença da equipe técnica responsável pelo restauro, formada pelo engenheiro Cristian Luiz Santos e o arquiteto Tobias Bonk Machado, que detalharam as etapas do trabalho de recuperação da mais antiga igreja da cidade. Também estavam o padre Luciano Ferreira de Lima, a presidente da Fundação Cultural de Curitiba, Ana Cristina de Castro, e a presidente da Fundação de Ação Social, Maria Alice Herthal.

Dom Peruzzo destacou que o processo de restauração vai além da recuperação de um espaço religioso.

(Foto: Divulgação SMCS)

A Igreja da Ordem já passou por três grandes intervenções, sendo uma delas em 1880, quando recebeu a visita do imperador Dom Pedro II. Agora, a equipe de restauradores fez uma importante descoberta, pinturas murais decorativas datadas do final do século 19, possivelmente realizadas para a ocasião da visita imperial. Esse achado histórico levou ao reposicionamento do projeto de mobiliário do Museu de Arte Sacra, garantindo que as pinturas restauradas fiquem à mostra para o público.

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