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Câmara de Curitiba vota nesta segunda criação de novo parque em Curitiba; confira o local

O projeto é chamado de Colinas do Abranches
Região em que está prevista a construção do novo parque (Foto: Google Maps)
O projeto é chamado de Colinas do Abranches

Redação*

27/11/23
às
6:59

- Atualizado há 2 anos

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Cumprindo o regime de urgência aprovado na semana passada, a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) votará, nesta segunda-feira (27), uma operação imobiliária de R$ 38 milhões. Esse é o valor total da permuta de 27 lotes públicos de metragem reduzida por dois grandes terrenos da empresa IVC Empreendimentos Imobiliários localizados no Abranches.

A ideia é usar as áreas da empresa, de 87 mil m², para criar um novo parque, na bacia do rio Belém, que sirva de contenção natural para as chuvas. O projeto é chamado de Colinas do Abranches e foi motivo de uma reunião, na CMC, entre vereadores e técnicos do Executivo na sexta (24).

O maior lote que a Prefeitura de Curitiba deseja adquirir da IVC Empreendimentos Imobiliários foi orçado em R$ 28,276 milhões e tem 58.903,03 m² de área, enquanto o outro tem 28.349,19 m² e custará R$ 10,027 milhões. Eles ficam a poucos metros do parque São Lourenço e, depois de convertidos em Colinas do Abranches, a expectativa da Prefeitura de Curitiba é que a área alagável previna o assoreamento da área verde vizinha. Na reunião com os vereadores, técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) explicaram que o projeto tem 12 anos de idade e é resultado de um grupo de trabalho focado em soluções baseadas na natureza.

Liderando o grupo da SMMA na reunião, veio o superintendente de Obras e Serviços, Jean Brasil, acompanhado de técnicos ligados ao projeto Colinas do Abranches, que foi apresentado por Sérgio Mateus aos vereadores. Eles disseram que, se a CMC aprovar a operação imobiliária, a obra demoraria um ano, ficando pronta por volta de dezembro de 2024. Os dois terrenos seriam a fase inicial do projeto, uma vez que a Prefeitura de Curitiba planeja, a longo prazo, adquirir outros maciços verdes na região. “Se você segura as águas da chuva no Norte, reduz o impacto no centro da cidade”, argumentou Jean Brasil.

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