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VÍDEO: Médicos veterinários do Paraná repudiam fala do humorista Rafinha Bastos

A declaração gerou críticas entre profissionais da área, que apontam desvalorização da profissão e risco de disseminação de desinformação sobre práticas relacionadas à saúde
A declaração gerou críticas entre profissionais da área, que apontam desvalorização da profissão e risco de disseminação de desinformação sobre práticas relacionadas à saúde

Redação Nosso Dia

18/04/26
às
14:50

- Atualizado há 1 minuto

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A repercussão de um vídeo do humorista Rafinha Bastos nas redes sociais motivou reação de entidades no Paraná. O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Paraná divulgou nota oficial de repúdio às declarações do comediante, consideradas ofensivas à categoria.

O conteúdo, que circula amplamente nas plataformas digitais, traz uma fala do humorista durante apresentação, em que ele aborda a atuação de médicos-veterinários. Em um dos trechos, diz:

“Quando você está almoçando na mesa, não dê comida para o cachorro, isso não é legal. Eu sei o que eu estou falando, eu sou veterinário. Ah é? Se você fosse f*** mesmo, você não era veterinário, você era médico.”

A declaração gerou críticas entre profissionais da área, que apontam desvalorização da profissão e risco de disseminação de desinformação sobre práticas relacionadas à saúde e ao bem-estar animal.

Em posicionamento oficial, o Sindicato dos Médicos Veterinários do Paraná manifestou “veemente repúdio” à fala e destacou a importância da categoria para a sociedade. Segundo a entidade, a Medicina Veterinária exerce papel essencial dentro do conceito de Saúde Única (One Health), integrando a saúde animal, humana e ambiental.

O sindicato também ressaltou a formação exigente dos profissionais, que inclui cerca de cinco anos de graduação, intensa carga prática e constante necessidade de atualização. Além disso, muitos médicos-veterinários seguem em programas de residência, com dedicação exclusiva e alto nível técnico.

Outro ponto destacado na nota é a preocupação com a banalização do conhecimento técnico e a resistência à orientação profissional qualificada, o que, segundo a entidade, pode comprometer diretamente a saúde e o bem-estar dos animais.

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