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Justiça concede habeas corpus a policial e influenciador “Sancho Loko”, que alega motivação política para prisão

Sancho havia sido detido no dia 7 de abril durante uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado
Reprodução/ Instagram
Sancho havia sido detido no dia 7 de abril durante uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado

Redação Nosso Dia

18/04/26
às
9:20

- Atualizado há 9 segundos

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O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná concedeu habeas corpus ao policial militar e influenciador digital Marcionilio Sancho Cambuhy Junior, de 44 anos, conhecido como “Sancho Loko”, que já foi solto. Após a decisão, ele afirmou acreditar que a prisão teve motivação política.

Sancho havia sido detido no dia 7 de abril durante uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, ligado ao Ministério Público do Paraná, em Curitiba. Ele e outros dois policiais são investigados por suspeitas de tortura, fraude processual, lesão corporal e falsidade ideológica. Segundo a investigação, os crimes teriam ocorrido mais de uma vez.

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Com a decisão, a Justiça revogou a prisão preventiva e determinou medidas cautelares. Sancho não poderá sair de casa durante a noite e aos fins de semana, quando não estiver em serviço, além de estar proibido de deixar a cidade por mais de sete dias sem autorização judicial. Ele também deverá se apresentar mensalmente em Juízo. O descumprimento pode resultar em nova prisão.

Após deixar a prisão, o policial criticou as acusações e afirmou que não cedeu a pressões indevidas.

“Trabalhamos muito. Sofremos uma pressão extremamente grande após uma campanha clara de motivação política e uma denúncia de criminosos confessos. Eles esperavam que a gente entregasse vantagens, que os tratasse de forma diferenciada, o que nunca vamos fazer”, declarou.

Ele também afirmou que seguirá atuando. “Temos princípios. Não nos rendemos e estamos sendo punidos. Se esse é o preço a pagar, vou continuar pagando e trabalhando”, disse.

Antes da soltura, o advogado Cláudio Dalledone já havia informado a decisão liminar e defendido a ilegalidade da prisão.

“O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, entendendo o requerimento em uma ordem de habeas corpus, concedeu a liminar. Soldado Sancho é um homem livre”, afirmou,

Sancho também agradeceu o apoio recebido e indicou que pretende retomar sua comunicação nas redes sociais em breve. Seu perfil oficial, no entanto, ainda não foi reativado. O caso segue sob investigação e pode ter novos desdobramentos na Justiça.

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