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Seguranças são denunciados pelo assassinato de adolescente que catava manga no Paraná

Os investigados responderão pelos crimes de homicídio, com quatro qualificadoras, nas formas consumada e tentada
Adolescente foi brutalmente assassinado (Foto: Reprodução Guia Medianeira)
Os investigados responderão pelos crimes de homicídio, com quatro qualificadoras, nas formas consumada e tentada

Redação Nosso Dia

28/02/25
às
5:53

- Atualizado há 12 meses

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O Ministério Público do Paraná denunciou nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, quatro homens pela morte do adolescente Luís Fernando Chiarentin, de 14 anos em Medianeira, no Oeste do estado. O crime ocorreu no dia 27 de dezembro de 2024, quando a vítima foi agredida violentamente pelos denunciados, que atuavam como funcionários de empresa de vigilância terceirizada contratada pelo Município de Medianeira. Os denunciados são Adlas Alísson Rodrigues Paula, Gustavo Alves Rodrigues, Jonatan Cremonezi Gomes dos Santos e Josemar Ribeiro.

Na data do crime, a vítima e um amigo de 18 anos foram localizados pelos denunciados, que se utilizaram dos sistemas de monitoração municipal para rastrear os jovens, visando localizá-los. O amigo da vítima fatal também foi gravemente agredido, mas sobreviveu por ter sido prontamente socorrido por terceiros e encaminhado para atendimento médico. Os investigados responderão pelos crimes de homicídio, com quatro qualificadoras, nas formas consumada e tentada.

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Na denúncia, a 1ª Promotoria de Justiça afirma que os acusados acompanharam em tempo real o deslocamento das vítimas e aguardaram o “momento oportuno para iniciarem a empreitada homicida […] agindo de forma premeditada e planejada”, agindo, portanto, através de emboscada. A Promotoria de Justiça sustenta ainda a ocorrência das qualificadoras de motivo fútil, emprego de meio cruel e uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas.

Seguranças foram denunciados pelo MPPR (Foto: Reprodução Catve.com)

Além da condenação às penas previstas na legislação, o MPPR requer a fixação de valor mínimo a ser pago a título de danos morais à vítima sobrevivente e aos familiares do adolescente que faleceu.

Um dos acusados está preso preventivamente, e os outros três estão foragidos.

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