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O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, participou de uma ação de abordagem social a pessoas em situação de rua na capital paranaense e afirmou que a prefeitura continuará intensificando medidas de acolhimento e organização urbana. Durante a ação, registrada em vídeo publicado nas redes sociais, o prefeito conversou diretamente com moradores de rua e reforçou que “rua não é moradia”.
Nas imagens, um homem relatou que comprou a barraca onde estava vivendo com dinheiro do Bolsa Família. Outro aceita receber encaminhamento para internação e tratamento contra dependência química. Já um terceiro afirma que veio de Rondônia para Curitiba há cerca de dois meses em busca de oportunidades.
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Ao longo da abordagem, equipes da prefeitura ofereceram acolhimento, encaminhamento para tratamento e apoio social aos abordados. Segundo Eduardo Pimentel, o município seguirá atuando dentro dos limites legais para retirar ocupações irregulares e ampliar ações de assistência.
“Estamos enfrentando esse problema com coragem, responsabilidade e dentro da lei. Curitiba vai continuar oferecendo acolhimento, tratamento e oportunidade para quem quer recomeçar. Mas a população também quer uma cidade organizada, segura e cuidada. E é isso que estamos fazendo todos os dias”, afirmou o prefeito.
Assista ao vídeo:
Pimentel também destacou que o trabalho das equipes depende da aceitação das pessoas abordadas para continuidade do atendimento. “Quando eles aceitam o acolhimento temos todas as etapas do trabalho. Tudo que a lei nos permite, nós fazemos. A rua não é moradia”, declarou.
Durante a fala, o prefeito reforçou ainda que a capital oferece vagas de emprego e oportunidades para quem deseja reconstruir a vida. “Curitiba é cidade de oportunidades. Se quer emprego, tem. Importante é a insistência. Quem não quer produzir, tem que ir embora. Vamos trabalhar com seriedade, longe do barulho das redes sociais, mas perto da população”, concluiu.
Nos últimos meses, a Prefeitura de Curitiba ampliou operações integradas envolvendo assistência social, Guarda Municipal e equipes de saúde em regiões com concentração de pessoas em situação de rua. O número de internamento para dependentes químicos em 2016 é de 115, sendo 68 de forma involuntária.