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Prefeito de cidade do Paraná é preso em operação que apura desvios de recursos públicos

Além da prisão, o prefeito e mais sete investigados (seis servidores públicos municipais e o ex-presidente da cooperativa) tiveram bens bloqueados no montante de R$ 1.881.738,25
Edelir Ribeiro foi preso (Foto: Reprodução)
Além da prisão, o prefeito e mais sete investigados (seis servidores públicos municipais e o ex-presidente da cooperativa) tiveram bens bloqueados no montante de R$ 1.881.738,25

Redação*

29/05/25
às
7:18

- Atualizado há 12 meses

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A partir da Operação Cercados, do Ministério Público do Paraná, foi preso preventivamente nesta quarta-feira, 28 de maio, o prefeito de Mato Rico, no Centro-Sul do estado,  Edelir de Jesus Ribeiro da Silva. A operação apura possíveis crimes de desvios de recursos públicos e fraudes em licitações e contratos envolvendo uma cooperativa local. Além da prisão, o prefeito e mais sete investigados (seis servidores públicos municipais e o ex-presidente da cooperativa) tiveram bens bloqueados no montante de R$ 1.881.738,25, com o objetivo de garantir o ressarcimento dos possíveis prejuízos que teriam sido causados pelo grupo.

O pedido de prisão foi realizado pelo Núcleo Criminal da Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Jurídicos (Subjur) do MPPR e autorizado pelo Tribunal de Justiça, a partir do oferecimento de seis denúncias criminais contra o prefeito e os demais investigados.

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No âmbito civil, o Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria) e a 2ª Promotoria de Justiça de Pitanga propuseram sete ações contra o prefeito, seis agentes públicos, a cooperativa e seu ex-presidente. Cinco das ações apontam a possível prática de ato de improbidade administrativa, e duas pedem a condenação por atos de corrupção empresarial.

As investigações foram realizadas conjuntamente pelo Gepatria e pela Subjur, com apoio da 2ª Promotoria de Justiça de Pitanga e do Núcleo de Guarapuava do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

*Com informações do MPPR

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