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Paraná tem dois casos confirmados de hantavírus e onze em investigação, diz Sesa

Os registros ocorreram nos municípios de Pérola d’Oeste e Ponta Grossa
Hantavírus é controlado no Paraná com vigilância rigorosa Foto: SESA
Os registros ocorreram nos municípios de Pérola d’Oeste e Ponta Grossa

Redação*

09/05/26
às
8:00

- Atualizado há 26 segundos

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Dois casos de hantavirose já foram confirmados no Paraná em 2026, segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa). Os registros ocorreram nos municípios de Pérola d’Oeste e Ponta Grossa. Além disso, há onze caso em investigação e outros 21 já foram descartados no Estado.

A Sesa informou que mantém monitoramento contínuo da doença e reforçou que a situação segue controlada. O alerta ganhou atenção após a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgar casos e mortes por hantavírus registrados em um navio de cruzeiro que fazia trajeto entre a Argentina e Cabo Verde.

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A hantavirose é uma zoonose viral aguda transmitida principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. O vírus também pode ser transmitido por contato com mucosas, arranhões ou mordidas desses animais.

Segundo o secretário estadual da Saúde, César Neves, as equipes de saúde estão preparadas para identificar possíveis casos da doença. “A hantavirose é uma doença monitorada rigorosamente pela Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa. Estamos acompanhando de perto e garantimos que os profissionais de saúde estão capacitados para identificar e tratar com rapidez qualquer suspeita da doença”, afirmou.

Os sintomas iniciais incluem febre, dores no corpo, dor de cabeça e sintomas gastrointestinais. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para dificuldade respiratória, tosse seca, insuficiência respiratória aguda e choque circulatório.

A Secretaria da Saúde alerta que não existe tratamento específico para o hantavírus e reforça que o atendimento rápido pode ser decisivo para salvar vidas.

Entre as orientações de prevenção estão evitar contato com roedores silvestres, manter alimentos armazenados em recipientes fechados, retirar entulhos e realizar limpeza úmida em galpões, silos e paióis para evitar a dispersão de partículas contaminadas no ar.

*Com informações da AEN

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