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Polícia Civil alerta paranaenses sobre o golpe do presente; saiba como funciona

O golpe é praticado geralmente no dia do aniversário da vítima, mas de acordo com a delegada da PCPR Raisa Scariot, os estelionatários também aproveitam as festas de final de ano para cometerem o crime
O golpe é praticado geralmente no dia do aniversário da vítima, mas de acordo com a delegada da PCPR Raisa Scariot, os estelionatários também aproveitam as festas de final de ano para cometerem o crime

Redação com PC

09/01/23
às
8:49

- Atualizado há 3 anos

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre o golpe do presente. Em posse dos dados das vítimas, os golpistas aproveitam durante a entrega de um presente para tirar uma foto e utilizar como reconhecimento facial em financiamentos ou empréstimos.

Foto: Fábio Dias/EPR

O golpe é praticado geralmente no dia do aniversário da vítima, mas de acordo com a delegada da PCPR Raisa Scariot, os estelionatários também aproveitam as festas de final de ano para cometerem o crime, já que as pessoas estão acostumadas a receberem presentes.

A PCPR recomenda que a população redobre a atenção e fique atenta ao recebimento de qualquer tipo de presente, em qualquer ocasião. “Nunca para entrega de presentes será necessário que a vítima forneça documentações ou tire uma fotografia. Então não permita que um entregador faça qualquer tipo de fotografia do seu rosto”, destaca a delegada.

GOLPE

Os golpistas entram em contato com vítima, por ligação telefônica ou mensagem, informando que possuem um presente de uma loja para entregar, que normalmente são flores, chocolates ou produtos de beleza. No momento da entrega, o entregador insiste que precisa de uma fotografia da vítima para confirmar a entrega, e, posteriormente, os estelionatários utilizam a foto para liberar financiamentos de veículos ou empréstimos bancários.

REPRESENTAÇÃO

Caso esta situação aconteça, é importante verificar se existe empréstimos ou cobranças indevidas sendo realizadas. Se a vítima perceber movimentações erradas com o seu nome, deve registrar imediatamente um boletim de ocorrência na delegacia da PCPR mais próxima ou online, através do site. “A vítima precisa representar na delegacia, após o registro do boletim, porque sem ela não é possível dar causa a uma instauração criminal”, afirma Scariot.

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