
- Atualizado há 2 anos
Para receber as principais informações do dia pelo WhatsApp entre no grupo do Portal Nosso Dia clicando aqui. Siga o Nosso Dia no Instagram, Facebook e Twitter
A Justiça do Paraná marcou para o dia 18 de março o júri popular dos envolvidos na morte do jogador Daniel Corrêa Freitas. O julgamento acontecerá em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, mesma cidade em que o crime aconteceu.
Daniel foi encontrado morto em 27 de outubro de 2018. O ex-jogador do Coritiba teve o pescoço degolado e o órgão genital cortado, segundo as investigações da Polícia Cívil.
O jogador foi morto pelo empresário Edison Luiz Brites, que confessou o crime. Daniel tinha participado da festa da filha de 18 anos da filha dele, Alana Brittes, e depois foi para um ‘after’, na casa da família da jovem. Lá, ele foi flagrado no quarto da esposa do empresário, Cristiana Brittes, o que acabou iniciando as agressões contra o atleta.

Além dos Brittes e Allana, outras quatro pessoas estão no banco do réu. Saiba por qual crime cada um será julgado:
Daniel foi agredido na casa dos Brittes, colocado no porta-malas de um carro e levado até a zona rural de São José dos Pinhais, onde foi degolado e teve o órgão genital cortado. Brittes confessou o crime e alegou forte emoção, por ter encontrado Daniel no quarto da esposa.
Antes de ser agredido, o jogador enviou uma foto deitado ao lado de Cristiana para um amigo. Segundo a Polícia Civil, não foi configurado que houve estupro por parte do jogador. Os envolvidos no crime, dois dias após o assassinato, se reuniram em um shopping em São José dos Pinhais para coagir testemunhas.
Atualmente, permanecem presos Eduardo Henrique, que em 2019 conseguiu liberdade provisória, mas foi detido em flagrante por roubo, e Edison Brittes Junior, que está preso desde a época do assassinato.