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SEGURANÇA

Justiça marca júri de envolvidos na morte do jogador Daniel; são sete réus pelo crime

O julgamento acontecerá em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, mesma cidade em que o crime aconteceu
Jogador Daniel quando jogou no São Paulo (Foto: Rubens Chiri/ Divulgação)
O julgamento acontecerá em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, mesma cidade em que o crime aconteceu

Redação Nosso Nia

03/02/24
às
16:58

- Atualizado há 2 anos

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A Justiça do Paraná marcou para o dia 18 de março o júri popular dos envolvidos na morte do jogador Daniel Corrêa Freitas. O julgamento acontecerá em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, mesma cidade em que o crime aconteceu.

Daniel foi encontrado morto em 27 de outubro de 2018. O ex-jogador do Coritiba teve o pescoço degolado e o órgão genital cortado, segundo as investigações da Polícia Cívil.

O jogador foi morto pelo empresário Edison Luiz Brites, que confessou o crime. Daniel tinha participado da festa da filha de 18 anos da filha dele, Alana Brittes, e depois foi para um ‘after’, na casa da família da jovem. Lá, ele foi flagrado no quarto da esposa do empresário, Cristiana Brittes, o que acabou iniciando as agressões contra o atleta.

Edison Brittes, a filha Alana e Cristiana (Foto: Reprodução TV Globo)

Além dos Brittes e Allana, outras quatro pessoas estão no banco do réu. Saiba por qual crime cada um será julgado:

  • Edison Brittes Júnior: responde por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), ocultação de cadáver, corrupção de menor e coação no curso do processo;
  • Cristiana Rodrigues Brittes: responder por homicídio qualificado (motivo torpe), fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo;
  • Allana Emilly Brittes: Coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor
  • Eduardo Henrique Ribeiro da Silva: responde por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima), ocultação do cadáver e corrupção de menor;
  • Ygor King: responde por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e ocultação do cadáver;
  • David Willian Vollero Silva: responde por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima) e ocultação do cadáver;
  • Evellyn Brisola Perusso: responde por fraude processual.

O crime

Daniel foi agredido na casa dos Brittes, colocado no porta-malas de um carro e levado até a zona rural de São José dos Pinhais, onde foi degolado e teve o órgão genital cortado. Brittes confessou o crime e alegou forte emoção, por ter encontrado Daniel no quarto da esposa.

Antes de ser agredido, o jogador enviou uma foto deitado ao lado de Cristiana para um amigo. Segundo a Polícia Civil, não foi configurado que houve estupro por parte do jogador. Os envolvidos no crime, dois dias após o assassinato, se reuniram em um shopping em São José dos Pinhais para coagir testemunhas.

Atualmente, permanecem presos Eduardo Henrique, que em 2019 conseguiu liberdade provisória, mas foi detido em flagrante por roubo, e Edison Brittes Junior, que está preso desde a época do assassinato.

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