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Investigador e escrivão de polícia da RMC são presos pelo Gaeco; saiba o motivo

Os dois foram condenados pelo juízo da 1º Vara Criminal de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, a partir das apurações da Operação Caim
Polícia Civi. Foto: Fabio-Dias/Divulgação
Os dois foram condenados pelo juízo da 1º Vara Criminal de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, a partir das apurações da Operação Caim

Redação com MPPR

18/05/23
às
7:38

- Atualizado há 3 anos

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Um investigador e um escrivão de polícia condenados pela justiça pela prática do crime de extorsão mediante sequestro foram presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no início deste mês, no dia 4 de maio. Os dois foram condenados pelo juízo da 1º Vara Criminal de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, a partir das apurações da Operação Caim, deflagrada em 2009 e que apurou a prática de diversos crimes pelos agentes das forças de segurança.

Segundo as investigações do caso, os policiais, que eram lotados na Delegacia de Alto Maracanã, em Colombo, atuavam em conjunto com terceiros, incluindo advogados, como associação criminosa para a prática de diversos crimes. Entre as práticas delituosas, estava a condução à delegacia de pessoas – previamente identificadas por possuírem quantia expressiva de recursos – que somente eram liberadas mediante a entrega de bens ou dinheiro em espécie.

Em algumas situações, conforme a denúncia do MPPR, as vítimas sofriam agressões físicas como forma de coagir os familiares a pagarem os resgates exigidos. Os fatos apurados ocorreram entre 2008 e 2009.

Além do investigador e do escrivão presos no início deste mês, um outro investigador de polícia que também possui sentença de condenação já transitada em julgado pela participação nos crimes encontra-se foragido. Um advogado, que também teve sua participação confirmada no esquema faleceu durante o trâmite do processo. As prisões foram cumpridas pelo Gaeco a partir da verificação de que os condenados possuíam mandados de prisão pendentes de cumprimento, com trânsito em julgado de suas condenações.

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