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Carga de coronavírus em esgotos de Curitiba subiu de 56 milhões para 766 bilhões por dia

Além de Curitiba, outras quatro capitais tiveram crescimento registrado: Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife
Além de Curitiba, outras quatro capitais tiveram crescimento registrado: Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife

Redação Nosso Dia

26/11/22
às
8:57

- Atualizado há 3 anos

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A concentração do novo coronavírus nos esgotos de Curitiba apresentou aumento expressivo entre 6 e 19 de novembro, aponta nota divulgada pela Rede Monitoramento COVID Esgotos. A carga subiu de 56 bilhões para 766 bilhões de cópias por dia, para cada 10 mil habitantes. No quesito de casos confirmados, na capital paranaense,  houve  aumento de 423 para 2.152 entre 6 e 19 de novembro.

A Rede Monitoramento COVID Esgotos é coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações de Tratamento de Esgotos Sustentáveis (INCT ETEs Sustentáveis). Foto: Agência Brasil

Além de Curitiba, o crescimento foi registrado em Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife. Apenas o Rio de Janeiro, dentre os municípios pesquisados, teve  situação estável das cargas e concentrações virais.

Segundo a Agência Nacional das Águas (ANA), o monitoramento dos esgotos é uma ferramenta para o acompanhamento dos efeitos das medidas de flexibilização na circulação do novo coronavírus. 

O infectologista Werciley Júnior reforça a necessidade de que se busque a dose de reforço, em especial para os mais vulneráveis à doença. 

“Com a vacina, você gera anticorpo. Com maior quantidade de anticorpos você tem maior funcionalidade deles e automaticamente mesmo que a variante fuja dos anticorpos, você vai ter alguma ação desses anticorpos e, com isso, evitar doenças sérias. A vacina é primordial, e atua na proteção dos que a gente chama de grupo de risco, que são jovens não vacinados, idosos, pessoas que fazem quimioterapia, porque essas pessoas são suscetíveis.” 

Rede Monitoramento COVID Esgotos

A Rede Monitoramento COVID Esgotos é coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Estações de Tratamento de Esgotos Sustentáveis (INCT ETEs Sustentáveis) com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

Há ainda parceria com Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de companhias de saneamento locais e secretarias estaduais de Saúde. 

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