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Avião que caiu na RMC não tinha certificado para voar, diz ANAC

Segundo a ANAC, o certificado de verificação de aeronavegabilidade do avião venceu em agosto de 2023 e não havia registros na agência de pedidos para a revalidação dele
Segundo a ANAC, o certificado de verificação de aeronavegabilidade do avião venceu em agosto de 2023 e não havia registros na agência de pedidos para a revalidação dele

Redação Nosso Dia

20/09/23
às
7:29

- Atualizado há 3 anos

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O avião monomotor que caiu em Doutor Ulisses, na Região Metropolitana de Curitiba, matando duas pessoas na última segunda-feira (18), não tinha autorização para voar, conforme informou a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Segundo a ANAC, o certificado de verificação de aeronavegabilidade do avião venceu em agosto de 2023 e não havia registros na agência de pedidos para a revalidação dele, o que tornou a aeronave irregular.

O certificado de verificação de aeronavegabilidade é um documento que atesta se o avião está apto para a aviação, bem como verifica componentes e equipamentos. O caso é investigado pela Força Aérea Brasileira (FAB).

Morreram na queda do avião Carlos Roberto Francisconi, de 69 anos, e Cristiano Cloda, de 48 anos. Eles faziam imagens aéreas de Doutor Ulisses até Cerro Azul. Saíram no domingo pela manhã de Siqueira Campos, no Norte do Paraná, e tinham previsão de retornar à tarde, o que não aconteceu.

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