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Advogado que matou a ex na frente dos filhos em Curitiba é excluído da OAB

Conforme a decisão da OAB, com o crime Jaminus tornou-se inidôneo para o exercício da advocacia
Advogado matou a esposa em Curitiba (Foto: Reprodução)
Conforme a decisão da OAB, com o crime Jaminus tornou-se inidôneo para o exercício da advocacia

Redação Nosso Dia

27/03/25
às
7:06

- Atualizado há 1 ano

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O advogado Quedaros de Aquino, de 59 anos, que matou a esposa Suellen Helena Rodrigues, de 29, na frente dos filhos, no bairro Uberaba, em Curitiba, foi excluído do quadro de associados da Ordem dos Advogados do Brasil. A informação foi confirmada ao Portal Nosso Dia, nesta quarta-feira (26), pelo advogado que representa a família de Suellen, Jacskon Bahls.

Conforme a decisão da OAB, com o crime Jaminus tornou-se inidôneo para o exercício da advocacia. Com isso, ele terá que devolver a carteira de identidade profissional. Jaminus foi preso após o crime o Júri Popular dele deve acontecer no mês de maio.

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Segundo o advogado Jackson Bahls, a decisão da exclusão foi comemorada pela família. “A acertada decisão reflete uma Justiça e traz um mínimo de alento à família, que amarga todos os reflexos do que aconteceu. Posições duras da OAB devem ser tomadas para quem pouco se importa com as outras vidas e com a profissão. Agora, ele será julgado em maio e condenado pelo crime de feminicídio”, afirmou.

  • O crime

O crime aconteceu no dia 31 de outubro, em frente a uma escola no bairro Uberaba, aonde a vítima havia ido levar os dois filhos do casal, que presenciaram o assassinato. O denunciado e teria cometido o crime por não aceitar o término do relacionamento. Ele foi denunciado pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) por homicídio qualificado.

a denúncia, o MPPR aponta as qualificadoras de feminicídio, motivo torpe, emprego de meio que resultou em perigo comum (pelos disparos de arma de fogo em via pública, diante de uma escola, no horário de entrada dos estudantes) e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima.

O fato do crime ter sido praticado na presença dos filhos e em descumprimento de medida protetiva de urgência leva ao aumento da pena em caso de condenação, podendo ser superior a 30 anos de prisão.

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