
- Atualizado há 2 minutos
O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) informou nesta terça-feira (14) que as medições realizadas desde o vazamento de óleo registrado na última sexta-feira (10), em Paranaguá, apontam que não há risco de explosão na região afetada. O monitoramento preventivo seguirá até hoje e o caso segue sendo investigado.
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As ações de contenção do produto e de limpeza das galerias de águas pluviais continuam sendo executadas pela empresa responsável pelo empreendimento, sob fiscalização do Instituto Água e Terra (IAT). Enquanto isso, o Corpo de Bombeiros permanece responsável por acompanhar as condições de segurança da área.
Desde o início da ocorrência, as equipes realizaram medições frequentes dos índices de explosividade e da concentração de gás sulfídrico (H₂S) utilizando detectores multigases. Na sexta-feira, as aferições ocorreram de hora em hora, inclusive durante a madrugada. No sábado, passaram a ser feitas a cada quatro horas e, desde domingo, uma vez por período.
Os trabalhos abrangeram diversos pontos da rede de drenagem da região da Serraria do Rocha, incluindo bueiros próximos à linha férrea e nas ruas Manoel Ribas, Higino Pires, Claudionor Nascimento, José Martins dos Santos e na Avenida Bento Rocha. O monitoramento do bueiro localizado dentro da empresa segue sob responsabilidade da própria companhia.

Segundo o CBMPR, todas as medições descartaram a presença de atmosfera explosiva. Nas primeiras avaliações realizadas na sexta-feira foram registrados apenas baixos níveis de gás sulfídrico, com concentrações entre 0,1 e 0,8 partes por milhão (ppm). Esses índices diminuíram gradativamente até chegarem a zero.
Desde a madrugada de sábado (11), todas as medições registram níveis zerados tanto para explosividade quanto para gás sulfídrico, indicando a normalização das condições na área monitorada.
O Corpo de Bombeiros informou que continuará acompanhando a situação até a conclusão do monitoramento preventivo. Paralelamente, seguem as investigações para identificar a origem do vazamento de combustível que provocou forte odor na região e mobilizou equipes de emergência. O caso veio à tona após moradores da Serraria do Rocha, ao lado do Jardim Santa Rosa, relatarem um forte e misterioso cheiro de óleo vindo da rede de drenagem e dos ralos das residências.