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Secretário de Duque de Caxias preso é suspeito de adulterar carteira de vacinação de Bolsonaro

Procurado pela reportagem antes de ser preso, Brecha disse que desconhecia qualquer procedimento envolvendo seu nome
Foto: Isac Nóbrega/PR
Procurado pela reportagem antes de ser preso, Brecha disse que desconhecia qualquer procedimento envolvendo seu nome

Estadão Conteúdo

03/05/23
às
8:55

- Atualizado há 3 anos

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O secretário de Cultura e Turismo do município de Duque de Caxias (RJ), João Carlos Brecha, é suspeito de inserir dados falsos na carteira de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou o Estadão/Broadcast. Ele está entre os presos da operação Venire, da Polícia Federal.

Brecha teria acessado o sistema do ConectSus e inserido dados de vacinação no Estado do Rio de Janeiro em outubro de 2022, entre o primeiro e o segundo turno da eleição.

Procurado pela reportagem antes de ser preso, Brecha disse que desconhecia qualquer procedimento envolvendo seu nome e que, se fosse notificado, apresentaria resposta às suas indagações. Disse ainda que não tinha “nenhuma relação com o ex-presidente ou com sua família”.

Em fevereiro, o Estadão/Broadcast antecipou que a Controladoria-Geral da União (CGU) investigava se houve inserção de dados falsos no cartão de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro nos sistemas do Ministério da Saúde. A reportagem teve acesso a documentos trocados entre os dois órgãos que tratam da apuração.

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