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Quem são os jovens mortos em acidente com Audi em avenida no Paraná

Morreram no local João Vitor Deves, de 27 anos, e Bruna Limberger, de 27, que estavam na Audi A4, ano 2021
Carro ficou completamente destruído no acidente (Foto: Catve.com)
Morreram no local João Vitor Deves, de 27 anos, e Bruna Limberger, de 27, que estavam na Audi A4, ano 2021

Redação Nosso Dia

02/05/26
às
8:14

- Atualizado há 10 segundos

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Os corpos dos dois jovens que morreram no grave acidente registrado na madrugada desta sexta-feira (1º) foram liberados pelo Instituto Médico-Legal (IML) no início da tarde, em Cascavel. Eles estavam em um veículo Audi que atingiu um poste.

Morreram no local João Vitor Deves, de 27 anos, e Bruna Limberger, de 27, que estavam na Audi A4, ano 2021. O veículo, avaliado em cerca de R$ 154 mil, está registrado em nome de uma empresa do ramo imobiliário. João Vitor é filho do proprietário da Rodão Centro Automotivo, empresa bastante conhecida em Cascavel.

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A batida aconteceu por volta das 4h50, no cruzamento com a Rua Vitória. O carro colidiu violentamente contra um poste, que foi arrancado do chão com o impacto. As circunstâncias do acidente ainda são apuradas.

Jovens morreram no acidente (Foto: Reprodução)

O acidente

O tenente Alex Boni, do Corpo de Bombeiros, detalhou a gravidade do acidente que terminou com a morte de dois jovens na madrugada desta sexta-feira (1º), na Avenida Tancredo Neves, no Centro de Cascavel.

Segundo ele, a ocorrência chegou inicialmente como capotamento, mas no local foi constatada uma colisão direta contra um poste de grande porte.

“O que houve de fato foi uma batida contra um poste. É necessária uma energia muito grande para arrancar essa estrutura da forma como aconteceu”, explicou.

Uma das vítimas, uma jovem, já estava em óbito quando as equipes chegaram. O condutor ainda apresentava sinais vitais no início do atendimento, mas estava em estado grave.

A força do impacto causou grande deformação no veículo, o que dificultou o resgate. “O carro estava completamente comprometido. Em alguns pontos, a estrutura praticamente se uniu com a colisão”, relatou o tenente.

O atendimento durou cerca de uma hora, mas, apesar dos esforços das equipes, o motorista não resistiu.

O tenente também destacou que a velocidade é um fator determinante em ocorrências desse tipo. Segundo ele, a intensidade dos danos indica grande transferência de energia no momento da batida.

Por fim, ressaltou que, em situações como essa, a prioridade é retirar a vítima o mais rápido possível para iniciar o atendimento médico, o que, neste caso, foi dificultado pela gravidade da destruição do veículo.

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