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Policial é morta a tiros; marido, também PM, é suspeito do crime

Após o crime, ele se apresentou espontaneamente ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de um advogado, e permanece à disposição da autoridade policial responsável pelas investigações
Cabo da PM Celeste Martins Oliveira do Nascimento foi morta a tiros - Foto: Reprodução/ TV Globo
Após o crime, ele se apresentou espontaneamente ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de um advogado, e permanece à disposição da autoridade policial responsável pelas investigações

Estadão Conteúdo

05/07/26
às
11:18

- Atualizado há 8 segundos

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A policial militar Celeste Martins Oliveira do Nascimento foi morta a tiros na sexta-feira, 3, no bairro do Barbalho, em Salvador, em um caso investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

O principal suspeito do crime é o marido da vítima, João Marcelo Araújo Hermano, que também é policial militar. Após o crime, ele se apresentou espontaneamente ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanhado de um advogado, e permanece à disposição da autoridade policial responsável pelas investigações. A reportagem não conseguiu contato com a defesa de Hermano.

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Em nota, a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) lamentou a morte da policial e manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda. A pasta informou que todas as medidas necessárias para esclarecer o caso e responsabilizar o autor estão sendo adotadas pela Polícia Civil e pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT).

A SSP também afirmou que repudia “toda e qualquer forma de violência contra a mulher” e reiterou seu compromisso com o combate ao feminicídio.

A Polícia Militar da Bahia informou que acompanha o caso e que adotará as medidas administrativas cabíveis no âmbito da corporação, sem prejuízo da investigação criminal conduzida pelos órgãos competentes.

“A Polícia Militar da Bahia lamenta profundamente a morte da policial militar e manifesta solidariedade aos seus familiares, amigos e companheiros de profissão, reafirmando seu compromisso com a legalidade, a preservação da vida e a rigorosa apuração dos fatos”, afirmou a corporação em nota.

As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas pela Polícia Civil.

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