
- Atualizado há 3 anos
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As buscas avião que desapareceu na Serra do Mar, no Litoral no Paraná, com piloto e dois servidores estaduais, entram no quinto dia nesta sexta-feira (7). O mistério continua, sem pistas do que aconteceu. A aeronave saiu de Umuarama e tinha como destino Paranaguá, porém não pousou, o que deveria ter acontecido às 10h24 de segunda-feira (3).
Com os dias passando, aumenta o drama de familiares dos ocupantes do avião, que não tem qualquer informação concreta sobre a aeronave. Nesta quinta-feira, o secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Teixeira, esteve no posto de comando das buscas e destacou que elas só serão encerradas quando o avião e os passageiros forem localizados.
“Nós vamos continuar aqui sem prazo para sair. As buscas vão continuar até encontrarmos a aeronave”, disse o secretário, ao falar rapidamente com a imprensa.
Em nota encaminhada durante a quinta-feira, o Governo do Paraná informou que as buscas seriam intensificadas por terra, com os bombeiros e voluntários entrando mata a dentro na Serra da Prata, entre Morretes e Guaratuba, local em que o avião emitiu o último sinal antes de desaparecer dos radares.
Moradores da região da Serra do Mar, entre Morretes e Guaratuba, relataram ter ouvido um estrondo na manhã de segunda-feira, momento em que o avião bimotor, com três ocupantes, desapareceu do radar. Após quase 48 horas de busca e nada encontrado, essa é a principal pista do que pode ter acontecido com a aeronave.
“Questionamos os moradores com dados para ajudar as buscas e eles relataram um estrondo não característico do ambiente, que pode ter sido de uma colisão de um objeto grande. Então, estamos direcionando as buscas para onde a gente possa ter uma efetividade grande”, afirmou o comandante do Corpo de Bombeiros no Litoral, o major Fabrício Frazatto dos Santos, em entrevista coletiva nesta terça-feira.
Dentro do avião bimotor estavam três moradores de Umuarama, sendo dois servidores do Governo do Paraná: Heitor Genowei Junior, superintendente do Viaje Paraná, divisão da Secretaria de Estado do Turismo; Felipe Furquim, diretor da Casa Civil na região Noroeste e o piloto Jonas Borges Julião.
Genowei Junior, conhecido popularmente como Juninho do Posto, e Furquim tinham agenda em Paranaguá. O segundo comandou por vários anos o escritório regional do IAT (Instituto Água e Terra).
