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Secretário diz que falta de produtos nos Armazéns da Família é reflexo da pandemia

Há pelo menos um mês, moradores da cidade reclamam da falta de alimentos essenciais nas prateleiras
Há pelo menos um mês, moradores da cidade reclamam da falta de alimentos essenciais nas prateleiras

Redação Nosso Dia

27/05/22
às
11:23

- Atualizado há 4 anos

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O secretário de Planejamento, Finanças e Orçamento de Curitiba, Cristiano Hotz, atribuiu à pandemia a atual falta de produtos nos armazéns da família. Há pelo menos um mês, moradores da cidade reclamam da falta de alimentos essenciais nas prateleiras. A fala aconteceu durante audiência pública da Câmara Municipal de Curitiba (CMC), na última quarta-feira (25).

Armazém da Família Vila Sandra (Foto: Hully Paiva/SMCS)

O Armazém da Família é um programa de Segurança Alimentar e Nutricional, da Prefeitura de Curitiba, que oferece alimentos básicos e de primeira necessidade, produtos de limpeza e higiene pessoal, a preços mais baixos que no mercado tradicional. Atende famílias com renda bruta mensal de até cinco salários mínimos, residentes em Curitiba e nos municípios conveniados da Região Metropolitana.

“O desabastecimento é devido não só a uma situação de mercado, mas também em razão de um desabastecimento geral no planeta. Não houve, em momento algum, um descuido do secretário [Luiz Dâmaso Gusi] nesse ponto de aquisição de mantimentos para a população”, disse Hotz, lembrando que os medicamentos também estão em falta na cidade.

No ano passado, a Câmara de Curitiba autorizou a alocação de R$ 80 milhões do orçamento da cidade ao Programa Armazém da Família.

Hoje, segundo Hotz, são 408 mil famílias atendidas pelo programa, em 35 unidades. Os armazéns disponibilizam 355 produtos para a população. Segundo a prefeitura, a normalização deve acontecer nos próximos dias.

Refic

Outro tema debatido na audiência foi a criação de um novo programa de recuperação fiscal (Refic).

Segundo Hotz, a prefeitura não fará Refic neste ano. “Para que fique muito claro à população e aos pagadores ordinários dos impostos, ordinários não no sentido pejorativo, mas no sentido da ordem do dia a dia, que os impostos são pagos dentro do prazo”, afirmou

Os questionamentos partiram de Sidnei Toaldo (Patriota) e Salles do Fazendinha (DC). “O poder aquisitivo da população caiu muito, no mundo todo. Tem pessoas que estão pagando a luz, mas não têm como pagar a água”, comentou o primeiro vereador.

Por enquanto, porém, o programa de recuperação está descartado.

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