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Empresário é preso após polícia apreender mais de 3 mil figurinhas falsas da Copa do Mundo 2026 no Paraná

A ação começou após uma denúncia anônima informar que o comércio estaria vendendo produtos falsificados
Foto: Divulgação
A ação começou após uma denúncia anônima informar que o comércio estaria vendendo produtos falsificados

Redação Nosso Dia

17/07/26
às
7:47

- Atualizado há 8 segundos

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Um empresário de 45 anos foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (16) suspeito de vender figurinhas falsificadas da Copa do Mundo FIFA 2026 em Irati, na região Centro-Sul do Paraná. Durante a operação, a Polícia Civil apreendeu mais de 3 mil unidades que seriam comercializadas no estabelecimento.

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A ação começou após uma denúncia anônima informar que o comércio estaria vendendo produtos falsificados. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram os pacotes de figurinhas expostos para venda e uma grande quantidade do material armazenada no estabelecimento.

Segundo a Polícia Civil, uma análise preliminar apontou indícios claros de falsificação em pelo menos uma das figurinhas apreendidas. O item reproduzia a imagem do jogador Neymar e trazia a marca Panini, mas apresentava baixa qualidade de impressão e não possuía elementos de segurança presentes nos produtos originais.

Ao todo, foram apreendidas 3.104 unidades, entre elas 3.066 figurinhas da Copa do Mundo 2026, 24 figurinhas da Coca-Cola, oito cards da coleção Adrenalin Panini e seis figurinhas da Copa América.

Uma amostra com 15 unidades foi encaminhada para análise da Polícia Científica. O restante do material foi lacrado e também passará por perícia para confirmar se todas as figurinhas são falsificadas.

O dono do estabelecimento foi levado para a delegacia e autuado por violação de direito autoral com finalidade comercial. Como o crime permite o pagamento de fiança, o delegado arbitrou o valor em R$ 2 mil. O empresário pagou a quantia e responderá ao processo em liberdade.

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a origem das figurinhas e apurar se consumidores foram enganados ao comprar os produtos. A empresa detentora dos direitos da coleção também foi comunicada para avaliar possíveis medidas relacionadas ao uso indevido da marca.

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