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Dedetizador é preso por suspeita de furtar cartão de freira e gastar mais de R$ 30 mil no Paraná

De acordo com a polícia, o furto do cartão aconteceu em 5 de junho, em Teixeira Soares (PR)
Polícia apreendeu itens como jogos de panelas, micro-ondas, aparelho de som, dois celulares e até uma televisão na casa do suspeito Foto: Polícia Civil do Paraná/Divulgação
De acordo com a polícia, o furto do cartão aconteceu em 5 de junho, em Teixeira Soares (PR)

Estadão Conteúdo

16/07/26
às
17:13

- Atualizado há 8 segundos

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Um homem foi preso em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, suspeito de furtar um cartão de crédito de uma freira em um convento onde prestava serviços como dedetizador e gastar mais de R$ 30 mil. A prisão preventiva, ou seja, por tempo indeterminado, ocorreu na terça-feira, 14, quando a Polícia Civil também apreendeu produtos que teriam sido comprados pelo homem com o cartão e que estavam na casa dele. O nome do suspeito não foi divulgado e, por isso, não foi possível localizar sua defesa.

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De acordo com a polícia, o furto do cartão aconteceu em 5 de junho, em Teixeira Soares (PR). O homem retirou as pessoas do prédio do convento para fazer a dedetização e furtou o cartão que tinha um papel com a senha. A partir daí, o suspeito fez compras e chegou a sacar dinheiro em espécie.

Na casa do homem, a polícia apreendeu itens como jogos de panelas, micro-ondas, aparelho de som, dois celulares e até uma televisão. Conforme a polícia, os produtos recuperados somam cerca de R$ 14 mil. Na residência também foram apreendidos R$ 6,4 mil sacados com o cartão – o que deixou a conta negativa. Outros produtos que teriam sido adquiridos pelo suspeito, fechando o total de gastos em mais de R$ 30 mil, ainda não foi recuperada.

“Foi possível identificar o suspeito por conta das transações. Foram levantadas diversas imagens de diversos estabelecimento em que ele aparece usando o cartão”, explicou o delegado Rafael Nunes Mota, responsável pela investigação.

Segundo o delegado, a investigação continua na tentativa de identificar pessoas que possam ter participado como receptadores de produtos. O inquérito deve ser concluído no prazo de dez dias

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