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“Difícil definir as consequências a longo prazo”, diz hospital sobre menina que recebeu alta após se afogar em piscina

Menina apresenta "quadro neurológico compatível, lesão cerebral causada por uma falta de oxigênio ou de fluxo sanguíneo ao cérebro, é difícil definir as consequências à longo prazo"
(Foto: Reprodução)
Menina apresenta "quadro neurológico compatível, lesão cerebral causada por uma falta de oxigênio ou de fluxo sanguíneo ao cérebro, é difícil definir as consequências à longo prazo"

Redação Nosso Dia

25/03/25
às
6:21

- Atualizado há 1 ano

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Trinta dias depois do grande susto, uma boa notícia: já está em casa a bebê de um ano e cinco meses que se afogou na piscina de casa em Foz do Iguaçu e foi salva pelos bombeiros. Segundo o hospital em que ela estava internada, a menina apresenta “quadro neurológico compatível, lesão cerebral causada por uma falta de oxigênio ou de fluxo sanguíneo ao cérebro, é difícil definir as consequências à longo prazo”.

O processo de reanimação durou 40 minutos, contou com a ajuda de cerca de 20 profissionais entre policiais, médicos do SAMU e bombeiros. Tudo foi registrado por câmeras de segurança, foram seis minutos submersa até ser encontrada. O estado de saúde dela, na época, foi considerado gravíssimo, agora a volta para casa foi comemorada, mas ainda requer cuidados.

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Ainda segundo o hospital, “a menina apresenta respiração em ar ambiente através de traqueostomia, e alimentação por gastrectomia”.

O pai da bebê disse para o Corpo de Bombeiros que agradece o carinho das pessoas e orações. Ele reforça que o momento não é receber visitas, já que a imunidade da criança está baixa. Mas, em breve, a esperança é poder receber a todos.

Com informações da Catve.com.

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