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De múmia a carro de Fórmula 1: curiosidades dos museus marcam semana especial em Curitiba

Programação da 1ª Semana de Museus convida público a conhecer acervos inusitados, como a múmia Tothmea e um McLaren de Emerson Fittipaldi
Múmia Tothmea exposta no Museu Egípcio Rosacruz. Foto: José Fernando Ogura/SECOM (arquivo)
Programação da 1ª Semana de Museus convida público a conhecer acervos inusitados, como a múmia Tothmea e um McLaren de Emerson Fittipaldi

Redação Nosso Dia

03/05/26
às
16:19

- Atualizado há 1 minuto

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A Prefeitura de Curitiba inicia na próxima terça-feira (5) a 1ª Semana de Museus de Curitiba, com uma programação voltada à formação, ao debate e à aproximação do público com os espaços culturais da cidade. O evento segue até quinta-feira (7) e reúne especialistas, gestores e pesquisadores da área, além de abrir as portas dos museus para visitação.

A iniciativa também funciona como um convite para que moradores e turistas explorem a diversidade de acervos da capital paranaense — que vão de instituições consolidadas, como o Museu Oscar Niemeyer, a espaços mais específicos e temáticos espalhados pela cidade.

Entre os destaques, estão peças que chamam a atenção pela singularidade e valor histórico. Um dos exemplos é a múmia Tothmea, exposta no Museu Egípcio Rosacruz. Com cerca de 2.700 anos, trata-se da única múmia egípcia de corpo inteiro em exibição no Brasil, presente na cidade desde 1995.

Já no Museu do Automóvel de Curitiba, outro item atrai olhares: um modelo do McLaren M-23, carro de Fórmula 1 pilotado pelo ex-campeão mundial Emerson Fittipaldi. O veículo representa uma das conquistas mais marcantes do automobilismo nacional, com o título mundial de 1974.

McLaren M-23 de Emerson Fittipaldi, ano 1974. Foto: Divulgação/Museu do Automóvel

Além desses, a cidade abriga uma série de objetos curiosos e históricos. No Museu Ucraniano de Curitiba, por exemplo, é possível conhecer a réplica do korovay, pão ritual utilizado em casamentos tradicionais. Já o Museu da História da Medicina do Paraná guarda um “pulmão de aço”, equipamento essencial no tratamento da poliomielite no século passado.

Outro destaque é o esqueleto quase completo de uma baleia orca no Museu de História Natural Capão da Imbuia, além de peças impactantes no Museu Paranaense de Ciências Forenses, como um caso raro de acúmulo de cabelo no sistema digestivo humano.

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