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SEGURANÇA

Comerciantes têm dormido em lojas de Curitiba para não serem roubados, alerta vereador

Para o vereador Alexandre Leprevost, é preciso “montar uma força-tarefa para resolver as questões de criminalidade
Foto: Albari Rosa/AEN
Para o vereador Alexandre Leprevost, é preciso “montar uma força-tarefa para resolver as questões de criminalidade

Redação*

14/09/23
às
7:12

- Atualizado há 3 anos

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Denúncias de uma quadrilha invadindo lojas de veículos, nas ruas Major Heitor Guimarães, Arthur Bernardes e Mário Tourinho, e relatos de comerciantes da região central dormindo nos estabelecimentos com medo de assaltos motivaram pedidos dos vereadores de Curitiba por mais policiamento na cidade, durante a sessão plenária na Câmara de Curitiba, na última terça-feira (12). Os dois casos acima foram relatados por Alexandre Leprevost (Solidariedade) e geraram um debate, em plenário, que engajou mais sete parlamentares, com relatos de crimes e sugestões para o enfrentamento do problema.

Alexandre Leprevost exibiu notícia em que comerciantes da região central confirmam que deixam de ir para casa no fim do dia para dormir nos estabelecimentos, com medo de roubos. “É um absurdo. Parece que não basta o excesso de pessoas em situação de rua. Agora querem que os comerciantes passem a dormir fora de suas casas”, criticou. Para o vereador, é preciso “montar uma força-tarefa para resolver as questões de criminalidade na nossa cidade”. “Não é a hora de pensarmos na reativação dos módulos policiais na nossa cidade?”, questionou o parlamentar.

Nas lojas de veículos do Seminário e do Campina do Siqueira, denunciou Alexandre Leprevost, a preocupação é a atividade de uma quadrilha especializada, que há meses invade os estabelecimentos comerciais. “Os danos são recorrentes, há invasões todas as madrugadas, com roubos e baderna dentro das lojas”, disse o parlamentar, cuja análise é que uma força-tarefa seria suficiente para, com ações de inteligência, combater esse tipo de quadrilha. Leprevost submeteu ao plenário uma sugestão à Prefeitura de Curitiba, para que ela reforce a presença da Guarda Municipal na região. Amália Tortato (Novo) também reapresentou queixas de aumento do crime no entorno da rua Bruno Filgueira, com o roubo de escapamento dos carros.

Vereadores pedem aumento do efetivo da Polícia Militar em Curitiba

“O efetivo da Polícia Militar [do Paraná] é o mesmo de 30 anos atrás, o número não cresceu. A população aumentou, mas o efetivo [da PM-PR] é o mesmo”, disse Rodrigo Reis (União), para quem uma solução seria a Prefeitura de Curitiba compensar a escassez contratando mais guardas municipais. A vereadora Sargento Tânia Guerreiro (União) não questionou a afirmação de Reis, sobre a defasagem do efetivo policial, mas informou ao plenário que a Polícia Militar do Paraná é composta, hoje, por 26,7 mil profissionais.

Sargento Tânia Guerreiro, Sidnei Toaldo (Patriota), Bruno Pessuti (Pode) e Mauro Ignácio (União) destacaram a formatura, no mesmo dia desse debate, de mais 2.482 policiais, na Arena da Baixada, dos quais 1.050 trabalharão na Grande Curitiba. Foi nesse contexto que Mauro Ignácio cobrou a instalação de um novo batalhão da Polícia Militar na administração regional de Santa Felicidade, onde há um terreno disponível e também um projeto de engenharia da obra, doado pela empresa Casteval ao governo estadual. O vereador também pediu a instalação de dois pontos da Guarda Municipal na região, ao lado da US Pinheiros e na praça Antônio Bertoly,

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